WhatsApp SAC (31) 98799-0134 WhatsApp Vendas (31) 99294-0024 Ligamos para Você Central de Vendas (31) 3899-7000
0

Seu carrinho está vazio

Clique aqui para ver mais cursos.

Conheça nossos Cursos Profissionalizantes (combos) com 40% de DESCONTO

Estudo pretende aumentar a biossegurança do queijo minas frescal

O objetivo é evitar a contaminação do queijo sem alterar as propriedades dele

 

 O bioingrediente ajuda na conservação do queijo minas frescal.

A indústria alimentícia tem procurado atender às mais diferentes exigências do mercado em relação à segurança alimentar e à qualidade dos alimentos. O objetivo é manter os procedimentos de preparação cada vez mais naturais e seguros do ponto de vista biológico e químico. Este é o interesse da pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

Na pesquisa, foi desenvolvido um bioingrediente capaz de inibir a ação de bactérias responsáveis pela acidificação do queijo minas frescal. Assim, seria possível manter as qualidades físicas, químicas e organolépticas do queijo feito em processos artesanais. A pesquisadora Andressa Prado Vieira explica que as bactérias são muito resistentes a condições adversas, como mudanças de temperatura e iluminação. Elas podem causar várias doenças, entre elas gastroenterite, meningite e septicemia, causando alto índice de mortalidade, o que chamou a atenção dos estudiosos.

Andrezza ainda explica que os queijos minas frescal são ótimos substratos para bactérias patogênicas por não possuírem aditivos, terem baixos teores de sais e serem submetidos a tratamentos térmicos mais brandos. Isto compromete a conservação do produto. Deste modo, o bioingrediente seria uma forma barata e simples de aumentar a vida útil do queijo e garantir condições primárias de segurança alimentar.

O trabalho foi realizado com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e executado no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Laticínios (Tecnolat) do  Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), em Campinas. O bioingrediente também se mostrou muito eficiente para a aplicação em leite in natura.

Por: Maria Clara Corsino.

Deixe seu comentário

Avise-me, por e-mail, a respeito de novos comentários sobre esta matéria.

O CPT garante a você 100% de segurança e
confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
Seu comentário foi enviado com sucesso!

Informamos que a resposta será publicada o mais breve possível, assim que passar pela moderação.

Obrigado pela sua participação.

Últimos Artigos

Artigos Mais Lidos

Fique por dentro das novidades!