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Porcos são alimentados com sobras da fabricação de queijo

Sobras da fabricação de queijo estão servindo de alimento para os porcos em uma cidade em Minas Gerais

Alimentação de suínos com sobras de queijo

 

Muitas propriedades brasileiras passaram a não desperdiçar nada. Tudo é aproveitado, desde restos de cultura até o excedente da fabricação de queijo. Sim, isso mesmo! Sobras da produção de queijo estão servindo de alimento para os porcos em uma cidade em Minas Gerais.

Na Fazenda da Malhada, no Sul de Minas, sobram cerca de 9 mil litros de soro, todos os dias, oriundos da fabricação do queijo tipo Parmesão. Como é um alimento bastante nutritivo, o proprietário da fazenda decidiu alimentar os suínos com esse soro, ao invés de descartá-lo.

Ele adotou uma forma integrada e sustentável de produção de defumadosembutidos e queijos, pois os porcos são matéria-prima para a produção de presunto tipo Parma e Salame, assim como o leite é utilizado para a produção de queijo Parmesão e Mascarpano, dentre outros produtos típicos da Itália.

De acordo com o gerente da granja, Marco Aurélio Silva, o suíno ideal para produzir o presunto de Parma deve apresentar um pernil bem redondo, bem avantajado, que dá conformação de bastante carne e lombo bem comprido.

Por esse motivo, a alimentação dos suínos é suplementada com o soro restante da fabricação do queijo. Dessa forma, o porco alcança 170 quilos quando atinge 10 meses de vida, o que o torna perfeito para a fabricação de presunto fino.

A dieta com baixas calorias e enriquecida com o soro deixa a carcaça do suíno com capa de gordura mais fina e com bastante carne. Após o preparo do animal abatido, o pernil segue inteiro para a fabricação do presunto Parma.

Como tudo é aproveitado na fazenda, a barriga do suíno vira Panceta (bacon com bastante gordura), os retalhos da carne nobre seguem para a produção de salame e o restante vira uma deliciosa linguiça.

Entretanto, o alto padrão de qualidade dos produtos fabricados é resultado da qualificação dos funcionários da fazenda. O mestre queijeiro, por exemplo, foi treinado por um especialista italiano. Daí os produtos serem feitos tal qual na Itália.

Todos os produtos são vendidos diretamente a supermercados e restaurantes, sem mediação, o que aumenta ainda mais os lucros do produtor. Com isso, em menos de 10 anos, ele obterá o retorno dos R$ 20 milhões investidos na fazenda.

Por Andréa Oliveira.

Fonte: Globo Rural.

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