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Biodiesel - processo de craqueamento de óleos vegetais

Foram os chineses os pioneiros na fabricação de combustível (biodiesel) a partir do craqueamento do óleo de tungue, vegetal produzido em grande escala na China

 

Há décadas, o craqueamento de óleos vegetais deixou de ser novidade. Isso vem desde o século XIX, quando o processo também tinha o nome de pirólise. Já como combustível, tal processo só se iniciou em 1920. Com o auge da Segunda Guerra Mundial, os chineses tornaram-se pioneiros na fabricação de combustível a partir do craqueamento do óleo de tungue, vegetal produzido em grande escala na China. Assim surgiu o precursor do  biodiesel.

No Brasil, pesquisadores do Laboratório de Materiais e Combustíveis, do Instituto de Química da Universidade de Brasília, vêm estudando o processo de craqueamento de óleos vegetais para a produção de biodiesel. Esse projeto se iniciou em 2001, vindo de uma parceria da UnB com a Embrapa, visando desenvolver um processo que pudesse ser levado para comunidades isoladas, tornando o agricultor autossuficiente de energia, ou seja, capaz de produzir a energia que irá usar em seus tratores e veículos, a partir de óleos vegetais disponíveis na fazenda ou na região.

“Atualmente, estão sendo estudadas todas as potenciais fontes de óleo vegetal que existem no Brasil: fontes tradicionais como soja, girassol, mamona,  e fontes alternativas como a flora da Região Amazônica e do Centro-Oeste”, afirma o professor Paulo Anselmo Ziani Suarez, do Curso Produção de Biodiesel na Fazenda, elaborado pelo Centro de Produções Técnicas (CPT).

No craqueamento térmico, o óleo é colocado dentro de um balão e aquecido em uma manta elétrica. Vapores começam a ser formados quando o óleo atinge uma temperatura próxima de 350°C. Estes vapores entram  em um tubo estreito, passando dentro de um resfriador, onde circula água fria, fazendo com que o vapor condense. O líquido resultante da condensação, formado por várias substâncias, escorre para um recipiente, onde é armazenado.

Para obter o combustível a partir desse líquido, é preciso separar essas substâncias que o constituem. Para que isso ocorra, este sofre um processo de destilação fracionada, para obter quatro frações com temperaturas de destilação diferentes.

Inicialmente, o líquido resultante da destilação, formado por substâncias mais leves, de menor peso molecular, é coletado à temperatura inferior a 80°C. Em seguida, o frasco é trocado e a fração vaporizada a temperaturas entre 80 e 140°C é coletada. Por fim, é coletada a fração de 140 a 200°C e, por último, a fração com temperatura acima de 200°C. Esta última é a que contém substâncias mais densas, constituindo o óleo combustível propriamente dito, ou seja, o biodiesel.

Com a modernidade, o processo de obtenção de combustível pelo craqueamento passou a ser feito em laboratório, com o desenvolvimento de uma planta, ou microusina, que possibilita a produção de até 5,0 L por batelada. O óleo vegetal ou a gordura e o catalisador são colocados no reator e aquecidos à temperatura de 350°C. Com isso, ocorre a quebra do triglicerídeo, gerando a mistura de hidrocarbonetos, que saem de um reator, passando para outro, onde há catalisadores, o que melhora a qualidade do combustível formado.

O processo termina com o vapor condensado em um trocador de calor, ou seja, uma serpentina e, ao final, obtém-se o biodiesel.

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Por Andréa Oliveira.

Acesse os links abaixo e conheça mais sobre Produção de Biodiesel e suas Vantagens:

Parâmetros de qualidade

Redução da emissão de poluentes na atmosfera

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