WhatsApp SAC (31) 98799-0134 WhatsApp Vendas (31) 99294-0024 Ligamos para Você Central de Vendas (31) 3899-7000
0

Seu carrinho está vazio

Clique aqui para ver mais cursos.

Brasil é o 8º em políticas de incentivo à geração de energia renovável

Ranking internacional foi feito com os 23 países que mais recebem incentivos para as energias renováveis

 

 As hidrelétricas são as principais fontes de energia renovável no Brasil. Foto: reprodução.

Um levantamento realizado pela empresa KPMG International colocou o Brasil em oitavo lugar entre os países que adotam políticas de incentivo à geração de energia renovável. O estudo relacionou outros 22 países onde a geração de energia limpa recebe atenção especial dos governos.

A KPMG considerou que o Brasil possui quatro tipos de energias renováveis, uma a mais do que no último relatório divulgado pela empresa sobre o tema. Para o estudo, foram considerados 12 tipos diferentes de contribuições feitas pelos governos, divididas em 3 categorias: incentivos fiscais, financiamento público e políticas regulatórias.

Além disso, o relatório aborda os modos de produção dos cinco primeiros colocados no ranking e as principais tendências para a produção de energias renováveis no mundo todo. Segundo o documento, 96 países possuem alguma meta ou política de incentivo à geração de energia limpa.

O estudo relacionou algumas das principais políticas adotadas nos países estudados. Entre elas estão a medição líquida de consumo entre fontes próprias de energia renovável e as tradicionais, investimentos, empréstimos e financiamentos, licitações, obrigatoriedade do uso de biodiesel, subsídios e descontos, além de os próprios governos investirem diretamente na produção de energia renovável.

O documento destacou que no Brasil a principal política é voltada para o regime fiscal. As empresas que desejarem investir em energias renováveis podem conseguir descontos e até isenção de impostos. O país ainda conta com linhas de crédito especiais, como as do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Um ponto importante apontado pelo estudo é que, mesmo com a crise econômica, principalmente na Europa, houve uma pequena redução nos investimentos para o setor. No entanto, como as políticas públicas já estavam estabelecidas, os governos continuam a oferecer diversos incentivos à geração de energia renovável.

Por: Maria Clara Corsino.

Deixe seu comentário

Avise-me, por e-mail, a respeito de novos comentários sobre esta matéria.

O CPT garante a você 100% de segurança e
confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
Seu comentário foi enviado com sucesso!

Informamos que a resposta será publicada o mais breve possível, assim que passar pela moderação.

Obrigado pela sua participação.

Últimos Artigos

Artigos Mais Lidos

Fique por dentro das novidades!