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Estresse térmico, grande problema na criação de suínos gourmet

O estresse térmico, entre outros problemas, causa em porcas a perda de peso e a diminuição na produção de leite. O que fazer?

Estresse térmico, grande problema na criação de suínos gourmet

 

Você sabia que matrizes de suínos gourmet em estresse térmico não se alimentam direito, perdem peso e, consequentemente, não produzem leite em quantidade e qualidade suficientes? Sabia que sem consumir leite em quantidade suficiente seus leitões não alcançarão o peso desejado no tempo adequado? Sabia também que o estresse térmico atrapalha as porcas a atingir o próximo cio?

Acredite. Todas essas informações são verdadeiras e devem ser evitadas a todo custo para não por a perder o sucesso da sua criação de suínos gourmet. O que fazer, então? Isso é simples. Acerte na instalação de confinamento na maternidade.

Leitoas e filhotes possuem exigências térmicas muito distintas umas das outras, o que tornam necessárias algumas adaptações no ambiente para atender a ambos. Os filhotes, como nascem sem a função de termorregulação corporal, precisam ser mantidos sob uma faixa de temperatura que varia de 32 a 36 °C. Já as fêmeas são severamente afetadas pelo calor, baixando o consumo de alimento, que provoca menos produção de leite e, consequentemente, leitões mais leves ao desmame.

Nesse sentido, "as leitoas requerem um ambiente com temperatura amena, em uma faixa que, certamente, colocaria os filhotes em risco. Mas apesar disso, as instalações devem ser construídas pensando nelas", explica Rony Antonio Ferreira, Professor do Curso CPT Produção de Suínos Gourmet.

O ideal seria os galpões apresentarem as seguintes características:


- Construídos na orientação leste-oeste para evitar a incidência de sol dentro da instalação.
- Pé-direito: 10% do comprimento do galpão, mas obedecendo o de mínimo 2,80 m.
- Telhado com inclinação mínima de 30° com telhas de boa capacidade de absorção térmica.
- Beiral suficiente para impedir a incidência de raios solares no interior, mas não tão grandes a ponto de atrapalhar a penetração da ventilação natural.
- Muretas mais baixas para favorecer a ventilação natural, mas em altura o suficiente para impedir a fuga dos animais.
- Cortinas para evitar chuva e vento em excesso dentro do galpão.
- Uso de ventiladores, exaustores, placas evaporativas e outros equipamentos para a climatização do ambiente.
- Sombreamento natural das instalações.
- Construção em nível e tubulação em desnível.
- Distância adequada entre galpões para favorecer a ventilação natural entre eles.

O tamanho das gaiolas também precisa permitir a movimentação das matrizes e contar com uma altura mais baixa para evitar que se esforcem muito. Não existe uma dimensão padrão para as gaiolas, mas é importante que tenham, no mínimo:


- 50 a 60 cm para os leitões.
- 60 cm de largura.
- 40 cm de altura de grade.
- 2,20 de comprimento.

As gaiolas são necessárias como proteção para evitar o esmagamento dos leitões e para facilitar o acompanhamento do parto e dos primeiros dias de vida dos filhotes.

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Por Silvana Teixeira.

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