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Apesar dos danos ao agronegócio, não podemos acabar com as formigas!

Apesar dos danos ao agronegócio, não podemos acabar com as formigas, pois esses insetos possuem uma atividade muito importante na fertilização e aeração do solo

Apesar dos danos ao agronegócio, não podemos acabar com as formigas!   Artigos Cursos CPT

 

Não existem dúvidas de que as formigas podem causar danos irreparáveis à agricultura e ao reflorestamento, mas não se pode simplesmente acabar com elas, “porque esses insetos possuem uma atividade muito importante na fertilização e aeração do solo”, afirma Guilherme Barcellos Gjorup, professor do Curso a Distância CPT Controle de Formigas Cortadeiras, em Livro+DVD e Curso Online. Além desse componente ecológico, deve-se levar em conta, também, o componente econômico.

Estudos indicam que cerca de 30% do custo total de florestas plantadas até o terceiro ciclo são utilizados no controle de formigas cortadeiras. Esse gasto representa 75%, quando se consideram os custos e o tempo gasto no manejo integrado de pragas nessas florestas. Portanto, o custo de controle dessas formigas é muito elevado e só deve ser efetivado quando for comprovada a relação custo-benefício. Quando o ataque está em níveis baixos ou em que o custo do controle é maior que o prejuízo o mais indicado hoje é a convivência durante, pelo menos, parte do ciclo. Dessa forma, o agricultor tem seus prejuízos minimizados, as formigas não são dizimadas sem necessidade e o ambiente não é contaminado com o veneno utilizado.

Essa visão tão necessária no meio rural brasileiro contribui enormemente para a conservação da vida selvagem e criam incentivos para novas formas de controle das formigas, seja por meios culturais ou novas possibilidades de combate ou controle. Nessa nova visão, não somente o agricultor ganha com economia de mão de obra e formicida, mas também o ambiente.

O método químico tem sido a forma sistemática e tradicional de controle das formigas cortadeiras. O Brasil consome em torno de 12.000 t de iscas granuladas tóxicas por ano, que é a forma mais comumente utilizada no controle dessas formigas. Embora o método químico seja considerado prático e eficiente, tem alto custo operacional e é inconveniente, devido à falta de especificidade, contaminação do meio ambiente e toxicidade para o aplicador.

Ademais, em relação ao controle de algumas espécies de Acromyrmex, a aplicação de formicidas de forma localizada é dificultada, visto que as quem-quens têm o hábito de forragear à noite, não deixam trilha como as saúvas e seus ninhos são difíceis de ser localizados, se não estiverem acompanhados por montículos de terra.

Para a tomada de decisão, é necessário realizar o manejo integrado que prevê uma série de passos para a tomada de decisão sobre como diminuir a incidência das formigas cortadeiras, o ataque aliado à convivência e, por fim, o controle da formiga. Com essa forma de agir no manejo, pode-se evitar casos de ataques severos em que os danos são significativos. Quando se chega a esse ponto de ser necessário o controle, não é necessário combater todos os formigueiros, mas somente aqueles declaradamente nocivos. Para não chegar a esse ponto, a prevenção ainda é a melhor tática.

Aprimore seus conhecimentos sobre o assunto. Leia a(s) matéria(s) a seguir:


Entenda a organização social das formigas cortadeiras
Qual tipo de formiga causa mais danos à agropecuária? As Saúvas Atta!

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

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Por Silvana Teixeira.

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