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Quais forragens mais usadas na produção de silagem?

Para a produção de silagem, a escolha da espécie a ser utilizada deve ser feita após um breve estudo minucioso

Quais forragens mais usadas na produção de silagem?


Para a produção de silagem, a escolha da espécie a ser utilizada deve ser feita após um breve estudo de sua qualidade nutricional, do custo do cultivo para a propriedade e das vantagens que trará ao sistema de produção. O milho e o sorgo são as culturas mais frequentemente empregadas para ensilagem, pois são consideradas plantas de manejo mais fácil, mais "adaptadas" ao processo e cujo cultivo quase sempre resulta em silagem de boa qualidade, sem a necessidade de uso de aditivos, desde que as técnicas de produção sejam aplicadas corretamente, explica o Prof. Juliano Ricardo Resende, do Curso Produção e Utilização de Silagem.


No entanto, há culturas que são empregadas como opções secundárias para a produção de silagem. O milheto, por exemplo, possui qualidade inferior ao milho e ao sorgo, devido ao seu menor percentual de grãos. A cana-de-açúcar apresenta grande potencial, assim como o girassol, que é amplamente utilizado como cultura de safrinha.


Com relação às forrageiras estritamente volumosas, ou seja, aquelas que não produzem grãos, temos o capim-elefante. Dependendo do cultivar, pode ser colhido após um ciclo de cultivo que varia de 60 a 70 dias.


Milho:

O milho é a forrageira mais utilizada para a ensilagem no Brasil, sendo a alternativa mais indicada para o suprimento de volumoso durante a época seca do ano, principalmente, na bovinocultura leiteira.


Sorgo:

O sorgo é a segunda espécie forrageira mais utilizada para a ensilagem, logo após o milho. Apesar de apresentar menor valor bromatológico em comparação ao milho, o sorgo possui vantagens significativas, especialmente em relação à sua menor exigência hídrica e de fertilidade do solo. Além disso, essa planta requer um manejo cultural relativamente simples, tem alta produtividade de grãos e matéria verde, e oferece a possibilidade de produção de silagem de qualidade, sem a necessidade de inoculantes ou outros aditivos durante o processo de ensilagem.


Sorgo forrageiro tradicional:

As cultivares comercialmente disponíveis dessa variedade de sorgo apresentam alta produção de matéria verde, atingindo entre 50 a 70 toneladas por hectare no primeiro corte, com uma rebrota vigorosa que resulta em uma produção entre 30% e 70% da produtividade do primeiro corte no segundo ciclo. A produtividade da rebrota é mais sensível a alterações climáticas, disponibilidade hídrica e práticas culturais, em comparação com a produtividade do primeiro corte.


Sorgo de duplo-propósito:

Esses híbridos, de porte médio (com altura entre 2,00 a 2,30 metros), destacam-se por produzirem silagens de qualidade superior em comparação a outros cultivares de sorgo. Isso se deve à sua notável produção de grãos, variando de 4 a 6 toneladas por hectare, e à expressiva produtividade de massa verde, alcançando de 40 a 55 toneladas por hectare no primeiro corte.


Sorgo granífero:

Esses cultivares de sorgo, com uma altura média de 1,70 metros, foram especificamente aprimorados para produzir uma grande quantidade de grãos, atingindo em média 8 toneladas por hectare ou até mais de grãos secos. No entanto, são menos indicados para ensilagem devido à baixa produção de matéria verde, que não ultrapassa 30 toneladas por hectare. Isso resulta em um custo de produção elevado quando comparado ao sorgo granífero e outros cultivares mais adequados para a ensilagem.


Cana-de-açúcar:

A cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) é uma gramínea de grande importância em todo o Brasil, destacando-se por suas características agronômicas, como a tolerância a períodos de estiagem e o elevado potencial de produção de matéria seca e carboidratos por hectare.


Capim:

A produtividade dos capins cultivados na maioria do país é sazonal, ou seja, ocorre em épocas favoráveis ao seu crescimento, quando há disponibilidade de água, temperatura e luminosidade. Nessas condições propícias, a produtividade em matéria seca desses capins tende a ser alta. No entanto, durante as épocas de estiagem ou quando as demais condições climáticas não são favoráveis ao crescimento, eles passam por um período de estacionalidade produtiva, resultando em baixas produções de matéria seca.


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Por: Thiago de Faria

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