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Gado de corte - sistemas de confinamento a céu aberto, parcialmente coberto e galpão fechado

Independente do sistema de confinamento a ser escolhido pelo pecuarista de corte, é fundamental a disponibilidade de alimentos de qualidade, animais com potencial de ganho de peso, infraestrutura adequada e bom gerenciamento

Os novilhos ou bois castrados são os bovinos mais comuns nos confinamentos por apresentarem comportamento dócil, musculatura nobre e melhor classificação de carcaças.

Os novilhos ou bois castrados são os bovinos mais comuns nos confinamentos por apresentarem comportamento dócil, musculatura nobre e melhor classificação de carcaças.

No Brasil, no período seco do ano, a falta de pasto faz com que o pecuarista tenha vários problemas para garantir o ganho de peso do gado de corte. Portanto, se há interesse em manter ou aumentar o ganho de peso dos bovinos, em comparação aos ganhos conseguidos no período das águas, deve-se fornecer uma alimentação mais equilibrada do que aquela existente nos pastos durante a época problemática. Sendo assim, o confinamento é usado para essa finalidade. O sistema de confinamento consiste, basicamente, no arraçoamento dos bovinos fechados em curral, por um determinado período de tempo.

“No sistema de confinamento, é fundamental a disponibilidade de alimentos de qualidade; animais com potencial de ganho de peso; infraestrutura adequada; e bom gerenciamento”, afirma o professor Alexandre Lúcio Bizinoto, do curso Instalações e Equipamentos para Pecuária de Corte, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Animais a serem confinados


A distinção dos bovinos a serem confinados é feita pelos preços de compra e venda dos bois e pela qualidade dos alimentos disponíveis. É muito importante o pecuarista fazer uma análise aprofundada destes itens, uma vez que são fatores de mutações constantes. Pode-se dar preferência aos bovinos mais longos e mais pesados, porque apresentam melhor desempenho no confinamento, em ganho de peso e conversão alimentar.

Por serem bovinos com baixa exigência nutricional, as vacas de descarte respondem bem ao sistema de confinamento, sendo, entretanto, mais usual a utilização de novilhos e de bois magros. Os novilhos ou bois castrados são os bovinos mais comuns nos confinamentos por apresentarem comportamento dócil, musculatura nobre e melhor classificação de carcaças, sendo sua cotação valorizada. Alguns estudos mostram, ainda, que machos inteiros podem proporcionar uma engorda mais rápida e mais econômica do que o novilho.

Os bovinos deverão ser separados de acordo com sua idade, sexo, peso e raça, constituindo-se lotes em cada curral, sendo esta, uma tarefa imprescindível para o sucesso do confinamento do gado de corte. O gado deve, preferencialmente, apresentar condições de abate após o confinamento, ou seja, peso aproximado de 500 Kg, com camada de gordura na carcaça de, aproximadamente, 2,0 mm.

Aspectos econômicos do confinamento

Na utilização dessa técnica de engorda do gado de corte, deve-se levar em conta um fator muito importante: a viabilidade econômica, considerando o maior custo da nutrição no confinamento, quando comparado com o custo da alimentação dos bovinos a pasto, reduzindo, assim, a margem de lucros na engorda dos bois.

Este método de criação, que implica períodos de fartura e de escassez de forragens nos pastos, prejudica o crescimento dos bovinos mais jovens. Isso deverá ser compensado por meio de uma alimentação farta e de alto valor nutritivo. Este crescimento compensatório representa um desenvolvimento acima do esperado, pois, é dado a partir de um aumento no conteúdo gastrintestinal e muitos outros fatores.

Desta forma, existe uma maior viabilidade econômica para a engorda deste tipo de animal. A qualidade da carcaça não é comprometida, uma vez que o animal seja jovem e o período de subnutrição tenha acontecido por um curto espaço de tempo. Além de tudo isso, devemos considerar que, os currais de confinamento devem ser instalações simples e funcionais, atendendo às necessidades do pecuarista, no que diz respeito ao número de bovinos a serem alojados, facilidade de manejo, segurança e conforto para os bovinos, além de baixa necessidade de manutenção. Os ganhos diários devem situar-se entre 700 e 1.200 g por cabeça.

Confinar ou não confinar?

Apesar do alto investimento, este sistema conquistou seu espaço e continua evoluindo. Todavia, é importante o pecuarista saber que, antes adotar o confinamento – que atribui ganhos consideráveis – qualquer decisão deve ser muito bem estudada e planejada. Fatores como o baixo poder aquisitivo da população, abundância de terra para a criação extensiva, capital escasso e o baixo valor de carcaça pago pelo frigorífico levaram à expansão desta atividade. Porém, não podemos deixar de pensar em riscos, uma vez que se trata de um sistema intensivo de produção, com alto custo.

O sucesso desta ação depende de uma análise completa da cadeia produtiva da carne de boi como o mercado (compra e venda), ambiente (potencial genético tanto dos animais quanto das forrageiras) e social (funcionários capacitados). Em relação ao custo e benefício, lembramos que a implantação de um confinamento não apresenta custos muito altos, pois devem ser simples, práticos e eficientes. O que pode vir a encarecer é a utilização de máquinas sofisticadas, como misturadores de ração total.

Da mesma forma, a alimentação pode representar, em alguns casos, mais de 70% dos gastos operacionais do confinamento. Assim, quando o criador decidir por investir neste sistema, deverá considerar que o confinamento funciona como uma forte corrente que segura vários caminhos sendo, consequentemente, por ela propulsados.

Tipos de currais de confinamento

Existem vários tipos de currais de confinamento que diferem entre si pela disposição de piquetes, bebedouros, corredores de alimentação, cobertura de cochos, entre outros. O tipo de confinamento a ser implantado dependerá da propriedade, do sistema de produção e do capital disponível. Na escolha, podem ser considerados alguns aspectos, como:

- Área física disponível;
- Vias de acesso;
- Possibilidade de aproveitar instalações preexistentes na propriedade;
- Condições ambientais (ventos, chuvas, umidade, entre outras);
- Disponibilidade de mão de obra;
- Características operacionais da fazenda.

Confinamento a céu aberto

É constituído de curraletes feitos para confinar na ordem de 50 a 100 animais, disponibilizando, para cada bovino, cerca de 8,0 a 20 m² de área. Em cada curralete, há um comedouro para volumosos, um cocho de sal e um bebedouro. Nessa instalação, todos os cochos devem estar ao longo das cercas. Somente os cochos de sal são cobertos (entretanto, boa parte dos currais de confinamento brasileiros não apresentam cochos cobertos, devido ao alto custo), com pavimentação à sua frente. Entre os curraletes, existem divisórias que podem ser confeccionadas com madeira ou cordoalha. A existência de pontos de sombreamento para os bovinos, como árvores, podem ser utilizados, pois garante maior bem-estar.

Confinamento parcialmente coberto

Tem as mesmas características do curral a céu aberto, com exceção da cobertura de uma área para os animais, que pode ser junto aos cochos. A disposição da cobertura dos bovinos deve ser no sentido Norte-Sul.

O sistema de confinamento em galpão fechado não é muito utilizado no Brasil por ser considerado caro, além de exigir muitos equipamentos e pessoal treinado.

O sistema de confinamento em galpão fechado não é muito utilizado no Brasil por ser considerado caro, além de exigir muitos equipamentos e pessoal treinado.

Galpão fechado

Consiste em um galpão com área disponível para cada animal de 3,0 a 5,0 m², contendo, também, comedouro para volumosos, sal mineral e bebedouro. Apresenta cobertura com beiral do telhado com largura de aproximadamente 1,0 m, pé-direito de 4,0 m, sendo recomendado, no confinamento, de 40 a 50 bovinos. Apesar de ser eficiente no controle de doenças e do ambiente (temperatura, vento, umidade, entre outros), este sistema não é muito utilizado no Brasil por ser considerado caro, além de exigir muitos equipamentos e pessoal treinado. É mais utilizado em países de clima temperado, nos quais se tem maior possibilidade de controle do ambiente.

Confira mais informações, acessando os cursos da área Gado de Corte.

Por Andréa Oliveira.

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Comentários

Mário

31 de out de 2015

Olá, se eu implantar um choco descoberto, como farei na chuva? A ração ou o volumoso pode se molhar e vim a estragar, ou existem cochos especiais para isso? Eu posso fazer com o cocho coberto? Isso atrapalharia em algo ? Obrigado

Resposta do Portal Cursos CPT

3 de nov de 2015

Olá, Mário!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Para mais informações recomendamos que consulte um técnico na área.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

Felipe Becker

6 de ago de 2014

Boa noite! Gostaria de saber qual o custo aproximado para a construção de um galpão para confinamento de gado de corte, com capacidade para cerca de 50 bovinos. Obrigado.

Resposta do Portal Cursos CPT

8 de ago de 2014

Olá, Felipe!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

Para construção de um galpão para confinamento bovino, este deve ter uma área disponível para cada animal de 3,0 a 5,0 m², contendo, também, comedouros para volumosos, sal mineral e bebedouro. Como o próprio nome diz, apresenta cobertura com beiral do telhado com largura aproximadamente de 1,0 m, pé-direito de 4,0 m, sendo recomendado no confinamento de 40 a 50 animais. Apesar de se eficiente no controle de doenças e do ambiente (temperatura, vento, umidade, entre outros), é considerado caro, além de exigir muitos equipamentos e, consequentemente pessoal treinado.

Recomendamos que consulte um especialista na área para mais informações.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

João Baptista de Mello Neto

9 de fev de 2014

Sou advogado e pretendo iniciar um sistema de engorda de novilhos, com pastagem e suplemento alimentar, numa área de 12ha. Gostaria de dicas para as instalações dos cochos e eventual cobertura.

Resposta do Portal Cursos CPT

12 de fev de 2014

Olá, João Baptista!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

Existem vários tipos de currais de confinamento, que diferem uns dos outros pela disposição dos piquetes, bebedouros, corredores de alimentação, forma e localização ds cochos, presenã ou não de cobertura de cochos, entre outros.

O tipo de confinamento a ser implantado dependerá da propriedade, do sistema de produção, e do capital disponível.

Na escolha, ainda, podem ser considerados alguns aspectos, como:

- área física disponível;

- vias de acesso;

- possibilidade de aproveitar instalações preexistentes na propriedade;

- condições ambientais (ventos, chuvas, umidade, entre outros);

- disponibilidade de mão de obra; e

- características operacionais da fazenda.

Os currais de confinamento podem ser a céu aberto, parcialmente cobertos, ou em galpão fechado. Os parcialmente cobertos e, principalmente, os galpões fechados não são utilizados no Brasil, por causa do clima quente.

1) Confinamento a céu aberto: o confinamento a céu aberto é constituído por curraletes (tamb?e chamados de currais ou piquetes de confinamento), feitos para confinar lotes contendo entre 50 a 100 animais, disponibilizando para cada bovino 8,0 a 20 m² de área.

Em cada curralete, têm-se um comedouro para volumosos e concentrados, um cocho de sal, e um bebedouro.

Nessa instalação, preferencialmente, os cohos devem estar ao longo das cercas, oferecendo facilidade de abastecimento, sem que seja necessária a entrada do veículo de distribuição do trato no interior do curral. Os cochos podem ser cobertos, o que garante melhor conservação dos alimentos, piso pavimentado, para se evitar a formação de lamaçais, já que esse é um local muito pisoteado. Entre os curraletes, existem divisórias que podem ser confeccionadas com madeira ou cordoalha.

2- Confinamento parcialmento coberto: tem as mesmas características do curral a céu aberto com exceção da cobertura de uma área para os animais, que pode ser junto aos cochos. A disposição da cobertura dos animais deve ser no sentido Norte-Sul.

3- Galpão fechado: consiste em um galpão com a?ea disponível para cada animal de 3,0 a 5,0 m², contendo, também, comedouro para volumosos, sal mineral, e bebedouro. Como o próprio nome diz, apresenta cobertura com beiral direito de 4,0 m, sendo recomendado no confinamento de 40 a 50 animais. Apesar de ser eficiente no controle de doenças e do ambiente (temperatura, vento, umidade, entre outros), é considerado caro, além de exigir muitos equipamentos e, consequentemente pessoal treinado. Este não é muito utilizado no Brasil.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

 

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