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Vai vacinar galinhas? Conheça as 5 formas e faça a melhor escolha!

A vacinação de frangos e galinhas caipiras pode ser feita de forma individual ou coletiva. A individual é maior do que a administração massal (coletiva), e oferece resultado mais seguro

Vai vacinar galinhas? Conheça as 5 formas e faça a melhor escolha!   Artigos Cursos CPT

 

A vacinação de frangos e galinhas caipiras pode ser feita de forma individual ou coletiva. A individual, apesar de ter um custo de aplicação, é maior do que a administração massal (coletiva), e oferece resultado mais seguro, afirma Marcelo Dias da Silva, professor do Curso CPT Criação de Frango e Galinha Caipira.

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As aves são vacinadas de forma conjunta. Assim, as aplicações podem ser feitas por nebulização ou pulverização e pela água de bebida.

1- Nebulização ou Pulverização
A vacina será absorvida por via ocular, nasal e bucal. Este método tem como desvantagem o aparecimento de uma reação respiratória muito forte. Aplicação da vacina através do uso de equipamentos (nebulizadores, pulverizadores) que lançam a vacina sobre as aves. O seu uso é recomendado nos casos de surto de doenças.

2- Oral
Esse método tem como vantagem a simplificação da operação, fazendo com que as aves sofram pouco estresse e que o custo de aplicação seja baixo. Mas alguns cuidados precisam ser tomados com a aplicação de forma uniforme para atingir o maior número possível de aves.

Outros cuidados também são importantes como o fornecimento de água sem desinfetante por pelo menos três dias antes da vacinação, pois a presença de desinfetante pode fazer com que haja inativação dos microrganismos vivos.

A aplicação é realizada pela água de bebida das aves. Quando a vacinação for realizada deve-se retirar a água dos bebedouros duas horas antes do início da operação, de forma a provocar uma ligeira sede nas aves. Feita a mistura da vacina com água (temperatura de 24ºC), deve-se adicionar leite em pó na concentração de 1:400, de forma a proteger os vírus.

Após o abastecimento do bebedouro, o operador deverá circular dentro do galpão para que as aves sejam estimuladas a ingerir a água com a vacina. Como desvantagem do processo, tem-se que a vacinação não garante que 100% das aves consumam a vacina. Assim sendo, é um procedimento recomendado para vacinações de reforço.

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3- Ocular e nasal

São feitas com a aplicação de uma gota de 0,3 mL com frasco equipado com bico conta-gotas diretamente no olho ou orifício nasal da ave. O alto custo e o estresse são desvantagem em relação às formas de vacinação massal. Como vantagens, tem a garantia de que 100% das aves tiveram contato com a vacina e, consequentemente, podem desenvolver a imunidade. Além disso, permite que seja feito o descarte de aves com algum tipo de problema, além de uma separação visual das aves por peso corporal.

A via ocular oferece maior segurança de resultado que a nasal, pois os vírus podem ser absorvidos mais rapidamente para a corrente sanguínea, além do fato de que a gora vacinal na via nasal pode ser expelida pelo ar expirado pela ave.

Tem-se, ainda, a aplicação individual por via oral. Esta é praticamente idêntica à aplicação ocular, pois consiste em pegar a ave e fazer pressão leve e ligeira na parte lateral e inferior do bico, de forma a fazer com que a ave abra a boca, pingando então uma gora da vacina.

4- Membrana da asa

É feita através do auxílio de um estilete que, geralmente, acompanha a vacina. Este é imerso na vacina, o que faz com que o produto fique presa nas ranhuras do estilete. Ao ser feita a perfuração da membrana da asa, a vacina passará do estilete para a ave, efetuando assim o processo.

5- Injetáveis

Exite a intramuscular e a subcutânea. A primeira pode ser feita no músculo da coxa, utilizando a vacina aquosa, ou no músculo do peito, utilizando a vacina oleosa. Para esse tipo de aplicação, usa-se seringa de dosagem automática. No caso da vacinação subcutânea, esta é feita em nível de incubatório. A vacinação contra Marek é aplicada na pele da nuca.

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Por Silvana Teixeira.

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