WhatsApp SAC (31) 98799-0134 WhatsApp Vendas (31) 99294-0024 Ligamos para Você Ligue Agora (31) 3899-7000
0

Seu carrinho está vazio

Clique aqui para ver mais cursos.

Cria frangos e galinhas caipiras? Conheça a doença de GUMBORO

O vírus Gumboro, altamente resistente, é eliminado pelas fezes, podendo contaminar os ovos, e transportado de galpão para galpão pelos bebedouros, comedouros, campânulas e pessoal que maneja os galpões

Cria frangos e galinhas caipiras? Conheça a doença de Gumboro   Artigos Cursos CPT

 

A doença de Gumboro é também conhecida como doença infecciosa da bursa de Fabrício ou bursite, sendo provocada por birnavírus. É caracterizada pela destruição de tecido linfoide, causando imunodepressão na aves. Ocorre no mundo inteiro, causando mortalidade, principalmente, em aves de três a sete semanas de idade.

"O vírus, altamente resistente, é eliminado pelas fezes, podendo contaminar os ovos, e transportado de galpão para galpão pelos bebedouros, comedouros, campânulas e pessoal que maneja os galpões", afirma Marcelo Dias da Silva, professor do Curso CPT Criação de Frango e Galinha Caipira.

Portas de entrada para o vírus Gumboro Portas de entrada para o vírus Gumboro


As vias diretas de penetração do vírus no organismo são a aérea, a ocular e a digestiva, enquanto as indiretas são pela ração, pela água e por insetos. A doença tem um período curto de incubação, de dois a três dias, e apresenta mortalidade variável, até 30%, porém, a morbidade (apatia, tristeza), pode atingir todas as aves.

Portas de entrada para o vírus Gumboro Como o vírus Gumboro se apresenta


Essa doença pode se manifestar de forma clínica ou subclínica (silenciosa) e o grau de patogenicidade é relativo ao tipo de vírus, podendo ser apatogênico ou de baixa, média ou alta patogenicidade. Embora não tenha sintomatologia na forma clínica, observa-se tristeza, anorexia, autobicagem na região da cloaca, diarreia, desidratação, palidez acentuada, rins pálidos e bolsa aumentada e de aspecto hemorrágico. Se a doença apresentar-se na forma subclínica, a mortalidade é praticamente nula, mas, como o vírus tende a lesar todo o sistema imunitário, há um prejuízo à resistência das aves, tornando-as susceptíveis a outros patógenos.

Portas de entrada para o vírus Gumboro Formas de prevenção ao vírus Gumboro


Como medidas de prevenção, recomenda-se evitar que a granja seja infectada pela doença, pois, uma vez contaminada, a eliminação dos patógenos é praticamente impossível, assim, a granja terá de conviver com a presença do vírus.

Medidas rigorosas de biossegurança minimizam o problema satisfatoriamente. Apesar de os programas de vacinação apresentarem resultados duvidosos, recomenda-se a imunização de reprodutoras com vacinas inativadas, para a transferência de anticorpos passivos para a progênie.

Em frangos de corte a via água é a mais utilizada, porém a via spray também pode ser usada com sucesso, desde que se usem cepas mais invasivas, e que o manejo da vacinação seja correto. Para poedeiras, a vacinação deve ser feita via água ou ocular/nasal. A via spray, para vacinação de Gumboro, em pintinhos de postura, pode não ser muito eficaz.

Aprimore seus conhecimentos sobre o assunto. Leia a(s) matéria(s) a seguir:


Vou criar galinhas caipiras. Como devem ser os bebedouros?
Vai iniciar uma granja de galinhas caipiras? Escolha bem os pintinhos

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

Conheça os Cursos a Distância CPT da área Avicultura.
Por Silvana Teixeira.

Deixe seu comentário

Avise-me, por e-mail, a respeito de novos comentários sobre esta matéria.

O CPT garante a você 100% de segurança e
confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
Seu comentário foi enviado com sucesso!

Informamos que a resposta será publicada o mais breve possível, assim que passar pela moderação.

Obrigado pela sua participação.

Últimos Artigos

Artigos Mais Lidos

Fique por dentro das novidades!