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Condições ambientais para a criação de frangos de alta densidade

Sim, há como produzir condições ambientais adequadas para criação de frangos de corte em alta densidade, contudo não existe um tipo de instalação modelo

Condições ambientais para a criação de alta densidade   Artigos CPT

Sim, há como produzir condições ambientais adequadas para criação de frangos de corte em alta densidade. Porém, se você estiver se perguntando qual é a mais adequada para a sua situação e realidade, a resposta é não existe um tipo de instalação modelo.

“Com relação à adequação das instalações avícolas para a produção de frango de corte em alta densidade, pode-se dizer que não existe um tipo de instalação que seja modelo, que possa ser adotado em todas as regiões do mundo”, afirma Ilda de Fátima Ferreira Tinôco, professora do Curso CPT Produção de Frango de Corte em Alta Densidade. Isso porque cada região climática impõe uma série de requisitos com relação ao conforto térmico, assim podemos dizer que até dentro de um país existem variações.

No caso do Brasil, existem regiões com climas predominantemente quentes o ano todo, acompanhadas de altas e baixas umidades relativas do ar, e existem regiões com verões e invernos muito diferenciados. Dessa forma, será concebido um tipo de arquitetura diferente para cada uma dessas regiões, assim como um nível de sofisticação em termos de condicionamento do ambiente.

De qualquer forma, para qualquer região do Brasil, o cuidado que se deve ter, ao se planejar ou se conceber, ou se reformar uma instalação agrícola com objetivo de produzir frango de corte em alta densidade, é uma atenta observância ao condicionamento térmico natural.

O condicionamento térmico natural é a técnica que baliza os procedimentos construtivos para que os espaços habitados apresentem as condições térmicas exigidas pela ave por meios puramente naturais. Em outras palavras, o condicionamento natural passa pelos sistemas de aproveitamento de materiais de construção, pela concepção arquitetônica relacionada às formas, localização, orientação e principalmente paisagismo circundante. Contudo, nas regiões mais quentes e secas, o condicionamento natural por si não basta. E nesses casos entram os sistemas de climatização e condicionamento artificial. Mas, da mesma forma que de condicionamento natural, os sistemas de condicionamento artificial também tem limitações.

Então, nesse caso de parte do Brasil, norte do Brasil, Amazonas e Pará o que se pode ser feito é a utilização de um sistema de ventilação, os sistemas de resfriamento evaporativo são indesejáveis nesse caso. Já para as regiões mais quentes e secas do país, como é o caso de parte do nordeste, parte do centro oeste, e outras regiões, o sistema de climatização, sendo uma climatização que envolve o umedecimento do ar, são satisfatórios.

Enfim, a escolha do sistema mais climatizado ou menos climatizado ou o sistema natural envolve uma série de requisitos, de cuidados, eles passam pelo volume da empresa, pelo nível de sofisticação que se deseja, pelo nível de automatização, pelo tipo de mão de obra, pela infraestrutura existente e principalmente pelo clima além da capacidade de instalar ventiladores e aspersores. Ou seja, na verdade, a realidade da adequação do sistema de condicionamento depende do volume da empresa e do clima regional.

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Por Silvana Teixeira.

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