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Saiba mais sobre o nutritivo baru

Árvore da família das leguminosas, o baru possui alto valor nutricional, o que o torna uma iguaria cada vez mais apreciada, com ótima aceitação no mercado e excelente valor comercial

Cursos CPT da área Agricultura

 

O baru (Dipteryx alata) é uma árvore da família das leguminosas, com 16 m de altura, nativa do cerrado brasileiro. Conhecida também com os nomes barujó, bugueiro, cambaru, castanha-de-bugre, coco-feijão, cumari, cumaru, cumarurana, cumbaru, feijão-baru, feijão-coco, imburana-brava e pau-cumaru, esta planta pode ser encontrada no Triângulo Mineiro, no Norte de São Paulo, no Amazonas, na Bahia, no Maranhão, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, no Distrito Federal e no Goiás.

Infelizmente, o baru está ameaçado de extinção devido à destruição de seu bioma nativo, causada pela expansão agrícola, pela extração ilegal da madeira, entre outros fatores. Daí a enorme importância em se cultivar a árvore, contanto que alguns procedimentos legais sejam seguidos. Geralmente, uma única árvore produz cerca de 150 kg de fruto por safra.

O tamanho da leguminosa varia de região por região, além das condições de solo, da quantidade água disponível e da genética da planta. O baru pesa, em média, 25g, sendo 30% polpa, 65% endocarpo lenhoso e 5% semente (amêndoa). É um legume lenhoso, de cor castanha, com uma única amêndoa comestível, pronta a ser colhida no período entre julho e setembro.

A amêndoa do baru pode ser consumida crua ou torrada, com alto valor nutricional. Apenas 100 g da amêndoa possui cerca de 23,0 g de proteína; 13,4 de fibras; 140 mg de Cálcio; 827 mg de potássio; 358 mg de fósforo; 4, 24 mg de ferro; entre outros nutrientes essenciais tanto ao organismo humano como animal.

Entretanto, a extração de sua amêndoa requer cuidado, para que esta não seja danificada. Afinal, o baru possui alto valor comercial. Por isso, para facilitar a abertura desta leguminosa, utiliza-se uma foice adaptada em um pedaço de vigota, conhecida popularmente como morsa.
Antes de abrir o baru, é aconselhável que este seja chacoalhado, para a verificação da presença ou não da amêndoa em seu interior.

Características:

Clima: tropical sazonal.
Temperatura: 24ºC.
Índice pluviométrico: 1.300 a 1.700 mm.
Propagação: mudas ou sementes.
Adubação: adubo químico ou adubo orgânico curtido para adubação na cova.
Colheita: de julho a setembro.
Rendimento: de 3 a 4 sacos (45 kg cada) por homem/dia (safra).

Utilizações do baru: alimentação humana e animal, indústria cosmética e farmacêutica, indústria madeireira e de combustível (biocombustível), entre outros.

Produtos e subprodutos do baru:

→Leguminosa: polpa in natura e polpa desidratada;
→Polpa: farinha, álcool e resíduos;
→Amêndoa: amêndoa torrada, farinha, leite e óleo;
→Endocarpo lenhoso: carvão, ácido pirolenhoso e alcatrão.

Fontes: www.centraldocerrado, Embrapa & Wikipédia.

Confira os Cursos CPT, da área Agricultura

Por Andréa Oliveira.

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Comentários

jose almeri

7 de nov de 2016

Eu tenho pés de barus em Perinopolis - GO. Eu vou ficar rico vendendo as castanhas. Para onde posso vender a minha produção.

Resposta do Portal Cursos CPT

8 de nov de 2016

Olá José Almeri,

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Existem uma associação chamada CoopCerrado, que compra estas castanhas do produtos, para mais informações sobre a mesma recomendamos que faça pesquisas em mecanismos de busca como o Google.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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