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Abate humanitário de animais - prática que diminui a dor e o estresse animal no pré-morte

Visando o menor grau de sofrimento possível, o abate humanitário de animais tem como objetivo realizar todas as práticas de manejo, desde o embarque nas propriedades rurais até a sua morte em frigoríferos ou abatedouros, dentro de um padrão de ética e de muito respeito para com os mesmos. Neste sentido, faz parte da ideologia humanitária de abate garantir todo o bem-estar possível no pré-abate, além de garantir que os animais estejam devidamente desestressados e inconscientes no momento da sangria. A insensibilização, portanto, dentre as outras etapas do processo de abate, é considerada a operação mais crítica e deve perdurar até o final da sangria.

Dicas de transporte de suínos para abate

O transporte de suínos para abate é uma etapa importante na cadeia de produção. Quando realizado inadequadamente, impacta de forma negativa no pós-abate, como desqualificação da carcaça por lesões e altas taxas de mortalidade no plantel por falta de planejamento (jejum pré-abate). Os suínos devem passar por regime de jejum 12 horas antes do transporte até os abatedouros.

Gestão zootécnica na pecuária leiteira: indicadores reprodutivos

No passado, o indicador de eficiência reprodutiva mais utilizado era o intervalo entre partos. No entanto, esse indicador mede apenas vacas multíparas que pariram novamente; e não mede o estado reprodutivo atual. “Atualmente, os três principais indicadores de eficiência reprodutiva são: taxa de concepção, taxa de serviço e taxa de prenhez”, afirma Lucas Repolês Lourenço, professor do Curso CPT Gestão Zootécnica na Pecuária Leiteira.

Dicas de manejo de suínos no pré-abate

Submeter os suínos a maus-tratos e estresse compromete a qualidade do produto final. Na verdade, a qualidade da carcaça e da carne dos suínos depende essencialmente do manejo pré-abate desses animais. Por esse motivo, deve-se garantir o bem-estar e o conforto animal, além de adotar outros cuidados igualmente importantes antes do abate.

Frango de corte - 8 dúvidas sobre produção, abate e comercialização de carne

É normal que surjam muitas dúvidas tanto naqueles já inseridos no processo de produção, abate e comercialização de carne de frango, quanto naqueles que estão dando seus primeiros passos nesse ramo. Afinal, para que uma empresa sobreviva no comércio e tenha sucesso, ela deverá estar antenada nas exigências de um público moderno e exigente; e, ainda, estar disposta a evoluir de forma a melhorar a qualidade dos seus serviços em todos os aspectos. Aqueles que se negam às mudanças exigidas pelos novos tempos (em constante transformação), com certeza terão menos chances de sobrevivência e fatalmente serão engolidos pelos seus concorrentes. Sendo assim, tanto avicultores quanto dirigentes de abatedouros devem sanar quaisquer tipos de dúvidas que por ventura tiverem, procurando fazer dessas dúvidas uma poderosa ferramenta estratégica de trabalho. Veja alguma, das mais comuns, abaixo:

Frango de corte - atordoamento elétrico e por CO2 utilizados no abate

O atordoamento pré-abate é uma das primeiras etapas do processamento avícola e ocorre de maneira extremamente rápida (alguns segundos apenas). Entretanto, não diminui a sua significância, no importante contexto da qualidade do processo, e a sua prática já era comum antes mesmo de tornar-se um requerimento legal.

Abatedouro de animais silvestres - as condições e o estado sanitário dos animais

As condições e o estado sanitário dos animais silvestres a serem abatidos devem ser inspecionados diariamente. Um dos motivos é não deixar que os animais padeçam e sofram o que caracteriza extrema crueldade para com os mesmos e o outro motivo é para que o produto comercializado, após o abate, chegue ao mercado consumidor com a máxima qualidade possível.

Abatedouro de animais silvestres - higienização das instalações e equipamentos

Todos nós sabemos da importância dos alimentos em nossas vidas. São deles que o nosso corpo obtém as vitaminas, sais minerais, as gorduras, os nutrientes, os carboidratos e parte da água necessária para manter o corpo saudável. No entanto, não se pode ignorar que os alimentos, mesmo quando se tratar do consumo de animais silvestres, podem nos causar grandes transtornos quando manipulados de forma inadequada, transmitindo-nos uma infinidade de doenças. Se cuidados básicos não forem tomados durante o abate desses animais, eles sofrerão contaminações, seja por meio das instalações, seja por meio dos equipamentos utilizados durante o abate, no armazenamento, entre outros. Sendo assim, faz-se necessário que se tome todas as precauções possíveis no que diz respeito aos seguintes quesitos:

Criação de perus: engorda, abate e raças comerciais

Os perus comem, em média, desde o nascimento até o abate (28 semanas), 35 kg de ração e o período de engorda dura de 20 a 60 dias. Quando filhotes, período pós-nascimento, os perus devem ficar 24 horas sem comer. Passado esse tempo, a alimentação deve ser, preferencialmente, com ração balanceada composta por 26% de proteínas, até os 30 dias de idade.

Quer acertar a taxa de lotação em pastagens? Pese corretamente os animais!

Quer acertar a taxa de lotação em pastagens? Pese corretamente os animais! Como? Isso é simples: para calcular a taxa de lotação, considerando a oferta de forragem e o consumo de matéria seca adequados, faz-se necessária a pesagem dos animais. No entanto, para que a medida de peso seja precisa, alguns cuidados são necessários. O primeiro deles diz respeito à necessidade de jejum.

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