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Preço da carne suína tem a maior alta nos últimos 2 anos

A carne de porco e seus derivados, a cada semana, chegam com preços mais elevados às mesas dos consumidores

carne de porco

A carne de porco e seus derivados, a cada semana, chegam com preços mais elevados às mesas dos consumidores

As festividades de fim de ano já batem à nossa porta e, do campo à mesa, a carne de porco é uma das mais procurada pelos brasileiros, devido ao seu delicioso sabor e alto valor nutritivo.

Como todos sabemos, a carne suína e seus derivados, presente na mesa de ricos e pobres de todo o mundo, tem, ao longo dos últimos milênios, conquistado cada vez mais admiradores.

No entanto, o preço da arroba da carne de porco nunca esteve tão em alta. Os brasileiros que preparem os bolsos se quiserem compor a mesa natalina com esta deliciosa iguaria. O aumento, nada agradável, está intimamente ligado à alta no preço pago pelos produtores, nos principais ingredientes da alimentação dos animais. Quando vendidos aos frigoríficos e outros comércios, estes repassam o preço ao consumidor final.

carne de porco

Os brasileiros que preparem os bolsos se quiserem compor a mesa natalina com esta deliciosa iguaria

Últimos levantamentos apontam que desde outubro de 2010 a arroba da carne suína tem o maior preço. No Estado de São Paulo, só na semana passada, a arroba foi cotada em R$ 69,00 (alta de 4,5% em relação à semana anterior). Já no atacado, o quilo foi cotado em R$ 5,60, mesmo valor da semana anterior. Em relação ao mesmo período de 2011, a valorização foi de 19,1%.

No entanto, nem tudo são flores. “Devido à sua dinamicidade, complexidade e sensibilidade dos sistemas de produção de suínos, aliados aos altos investimentos iniciais necessários em instalações e alimentação, a suinocultura exige valorização e qualificação profissional dos suinocultores e outros responsáveis pelo gerenciamento das empresas suinícolas.”, afirma o professor Luiz Mário Fedalto, do curso Produção de Suíno Light - Mais Carne, Menos Gordura, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Por Silvana Teixeira

Fonte: Ruralbr

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