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Médicos recomendam a suplementação de ácido fólico para gestantes

Vitamina ajuda a prevenir a má formação do sistema nervoso e da coluna espinhal

 

 Obstetras recomendam o consumo diário de 400 miligrams de ácido fólico pelas grávidas. Foto: Deviantart.

A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lançou ontem uma campanha para incentivar as mulheres a consumirem ácido fólico durante a gestação. A recomendação será apresentada no 17º Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, que acontece em São Paulo.

O ácido fólico, também chamado de vitamina B9, ajuda a prevenir a má formação do tubo neural durante a gestação. Do tubo é que surgem o sistema nervoso e a coluna espinhal, evitando assim problemas como a anencefalia (má formação do cérebro) e a espinha bífida (divisão da parte posterior da coluna), entre outros problemas.

A vitamina pode ser encontrada em diversos alimentos, como couve, brócolis, feijão, tomate, lentilha, cogumelo e levedo de cerveja. Para as mulheres fora da gestação e para os homens, uma boa alimentação já é suficiente para a ingestão do ácido fólico. No entanto, a Febrasgo recomenda que as gestantes façam uma suplementação, consumindo cerca de 400 microgramas ao dia, a partir de um mês antes de desejar engravidar e no primeiro trimestre da gestação, período de formação do tubo neural.

Segundo estimativas, um em cada mil bebês nasce com espinha bífida ou anencefalia, má formação que não permite a vida do bebê. Pesquisas apontam que a ingestão de ácido fólico durante a gravidez reduz em até 75% o risco de o bebê nascer com esses problemas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a adição de 4,2 miligramas de ferro e 150 miligramas de ácido fólico a cada 100 gramas de farinha de milho ou trigo. A medida era prevenir a anemia por falta de ferro e os problemas na gestação pela falta da vitamina B9.

Por: Maria Clara Corsino.

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