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Lipídios são principal fonte de concentrados energéticos na dieta dos peixes

Milho, sorgo e farelo de arroz são as principais fontes de energia na dieta

A principal razão para suplementar a dieta dos peixes cultiváveis com lipídios é poupar a oxidação da proteína como fonte de energia.

A principal razão para suplementar a dieta dos peixes cultiváveis com lipídios é poupar a oxidação da proteína como fonte de energia.

Os lipídios são a melhor fonte de energia para os peixes, seguidos pela proteína e carboidratos. Na dieta, esses componentes exercem um papel importante, pois são fonte de ácidos graxos essenciais (AGE) e transportadores de vitaminas lipossolúveis A, D, E e K. Além dos lipídios representarem uma fonte rica de energia, são também requeridos para manutenção da estrutura e função da membrana celular.

A principal razão para suplementar a dieta dos peixes cultiváveis com essa substância é poupar a oxidação da proteína como fonte de energia. Segundo o professor Newton Castagnolli, doutor em piscicultura, podem ser empregados níveis de 10 e 20% de lipídios em dietas de peixes.

“No sentido de suprir a quantidade necessária de ácidos graxos, é recomendável 5 a 10% de óleo de peixes para aqueles que são cultivados em água quente”, explica o professor Castagnolli no  curso Nutrição e Alimentação de Peixes, projetado e desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Uma das principais fontes de energia para peixes onívoros e herbívoros é o milho. Mais utilizado moído, seu teor de inclusão é dado em função da disponibilidade e da viabilidade econômica. De acordo com Castagnolli, é preciso analisar também seu teor de umidade, a presença de micotoxinas, de resíduos de pesticidas e  de sementes tóxicas.

O sorgo é um bom substituinte do milho, mas apresenta problemas devido ao tanino, uma substância tóxica para os animais. No entanto, atualmente existem variedades de sorgo com níveis menores de tanino.

Existe também no mercado o farelo de arroz desengordurado, integral e o integral com casca. Eles podem ser usados em substituição ao milho, trigo, aveia, sorgo, entre outros.  Uma recomendação do professor Castagnolli  é que, ao utilizar o farelo em rações para peixes, deve-se ter o cuidado de adicionar junto um antioxidante, pois são sujeitos à rancificação, devido ao alto teor de gordura.

Por: Ariádine Morgan

Curso CPT - Nutrição e Alimentação de Peixes

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