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Extração de castanha-do-brasil é reforçada com boas práticas de manejo

Projeto Territórios da Cidadania ajuda indígenas a ganharem mercado em Rondônia

O manejo adequado da extração da castanha-do-Brasil está mudando a vida de indígenas no Pará. Foto: Embrapa.

O manejo adequado da extração da castanha-do-Brasil está mudando a vida de indígenas no Pará. Foto: Embrapa.

O Programa Território da Cidadania está mudando a realidade das reservas Wai Wai e Trombeta-Mapuera, localizadas nos municípios de São João da Baliza, Caroebe e São Luiz, em Roraima. As 106 famílias de indígenas estão recebendo orientação sobre as práticas de manejo da castanha, as melhorias na gestão dos recursos, o controle de custos, a adoção de compras coletivas e a organização da comunidade para a comercialização do produto.

Antes de aderirem ao projeto, os índios tinham dificuldade em comercializar a castanha-do-brasil, produto típico da Amazônia, tradicionalmente extraído por eles. Na hora de comercializar, sujeitavam-se às vontades dos compradores, que alegavam falta de garantias sanitárias da castanha, como a contaminação por bactérias. Assim, os indígenas tinham que vendê-las por um preço muito baixo.

Depois da implantação do projeto, que iniciou em 2010, os índios já começam a sentir os resultados. A dificuldade de comercialização foi superada com a implantação na região de uma unidade da Palmaplan, indústria gaúcha que extrai o óleo da castanha-do-brasil e de buriti para a fabricação de cosméticos. Em apenas dois anos de projeto o valor da saca já subiu de R$ 50 para R$ 130. Mas, para isso, eles tiveram que adaptar todo o sistema extrativista.

Já no primeiro estágio de produção, os índios adotaram cuidados em todas as fases da coleta. Aprenderam como evitar a contaminação das castanhas, que pode acontecer ainda na mata. Eles foram orientados a cuidar do solo e a tratar as amêndoas depois de colhidas para só depois serem comercializadas. Esses procedimentos, além de garantirem a qualidade dos produtos, aumentam o valor final da venda. Eles também passaram a comprar todos os insumos, como sacos de armazenagem e combustível, em conjunto, o que ajudou a reduzir os custos de produção.

O projeto foi uma iniciativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Por: Maria Clara Corsino.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias.

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