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Estresse e depressão de aves são amenizados com calmantes naturais

Pesquisadores da Unesp adicionaram medicamentos fitoterápicos na alimentação dos animais

Os testes feitos com as codornas podem ser aplicados também a frangos e porcos.

Um dos males do século XXI, o estresse, pode acometer não somente os homens, mas também os animais. A criação de aves em gaiolas apertadas, por exemplo, não as proporciona espaço suficiente para expressar comportamentos típicos da espécie, como ciscar e bater as asas.

No caso das aves, essa doença pode torná-las excessivamente agressivas ou super deprimidas. Foi essa situação que motivou pesquisadores da Unesp – Universidade Estadual de São Paulo, a estudar a adição de medicamentos fitoterápicos na alimentação dos animais. O estudo utilizou, separadamente, camomila, valeriana e passiflora juntamente com a ração de codornas e, de maneira geral, conseguiu amenizar os sintomas.

Os teste feitos com as codornas podem ser aplicados também a frangos e porcos. Porém, o que se pode concluir é que o comportamento e a saúde das aves ficam comprometidos quando não são criadas de maneira adequada. Por isso, os fitoterápicos não são os únicos responsáveis pela redução do estresse. O que se nota, atualmente, é que para aumentar a produção e, com isso, a lucratividade, muitos produtores aumentam o número de aves, mas não aumentam o espaço do criatório.

De acordo com a professora da Unesp, Vera Morais, no curso Codornas – Iniciando a Criação, desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “no sistema clássico, se a fase de cria ocorrer no piso, a densidade no círculo de proteção será 200 aves/m² na primeira semana, 150 aves/m² na segunda semana e 100 aves/m² na terceira semana”.

A pesquisa também trouxe como resultado a redução da imobilidade tônica, que é uma reação defensiva terminal contra a predação. “Ainda observamos menores níveis plasmáticos de corticosterona (hormônio) e menor relação entre os linfócitos e heterófilos, células do sangue conhecidas como leucócitos, que também são indicadores de estresse em aves”, acrescenta Vera Moraes, que também é orientadora da pesquisa.

Em relação ao bem-estar animal, o Brasil é ainda uma tragédia. Dados da ONG Sociedade Humanitária Internacional (Humane Society International) mostram que muitas galinhas chegam a ser criadas em ambientes com dimensão menor que a de uma folha de papel. As aves não conseguem esticar as asas, construir seu ninho, muito menos ciscar. Isso sem pensar na preferência que galinhas têm de locais mais reservados para botar seus ovos.

Por: Ariádine Morgan

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Comentários

Welington Silva do nascimento

22 de nov de 2017

Bom , gostei muito

Resposta do Portal Cursos CPT

22 de nov de 2017

Olá, Welington.

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Ficamos felizes que tenha gostado do nosso conteúdo!

Atenciosamente,

Renato Rodrigues.

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