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Gerenciamento sanitário de ovinos: manejo, programa sanitário e diagnóstico de doenças

O gerenciamento da sanidade do rebanho ovino deve começar com um diagnóstico dos problemas sanitários existentes no rebanho

Gerenciamento sanitário de ovinos: manejo, programa sanitário e diagnóstico de doenças.

 

O gerenciamento da sanidade do rebanho ovino deve começar com um diagnóstico dos problemas sanitários existentes no plantel, por meio da técnica Famacha, e pelo estabelecimento de um calendário de práticas sanitárias (programa sanitário), que deverá incluir vacinações, controle de parasitas externos e internos e observação de sinais de doenças e ferimentos. Da mesma forma, será muito importante manter a assistência de um médico veterinário, que tenha experiência em ovinocultura.

Depois de feito o diagnóstico, os ovinos identificados como positivos são dosificados com vermífugo, ou seja, a técnica permite economia com medicamentos, pois não trata os animais identificados como negativos. Isso sem contar que a técnica permite diagnosticar não apenas a presença da verminose, mas também o grau de infestação do rebanho, de forma simples e rápida.

A medicina preventiva mantém os ovinos saudáveis e produtivos.

Ao adotar a prática da medicina preventiva, o ovinocultor só terá a ganhar, pois dessa forma, os ovinos sempre estarão saudáveis e produtivos.

Manejo sanitário

Em qualquer atividade pecuária, sabe-se que a medicina curativa, comprovadamente, é mais cara e menos eficaz do que a prática da medicina preventiva. O gerente deverá considerar que os prejuízos que as várias doenças provocam nos plantéis vêm de várias formas. As perdas determinadas pela baixa produtividade do rebanho são pouco percebidas, pois estão mascaradas, pouco perceptíveis, mas espalhadas por todo o rebanho, causando pequenas perdas em cada animal, perdas estas que, somadas, causam grande prejuízo à atividade.

Normalmente, essas perdas menos visíveis são causadas pelas doenças que estão em seu estádio subclínico, no qual os ovinos não apresentam sintomas da doença, embora estejam sendo comprometidos em seu rendimento. A verminose é um bom exemplo disso. Mas não apenas a verminose merece atenção do gestor do rebanho. Outras enfermidades deverão ser monitoradas, prevenidas ou tratadas e curadas, conforme a situação.

Diagnóstico de doenças

É possível fazer o diagnóstico sanitário do rebanho ovino por meio de exames clínicos e laboratoriais de diversas doenças. O gerente deve ficar atento ao rebanho, buscando sinais indicativos de enfermidades e, em caso de dúvidas, fazer o diagnóstico, de preferência com apoio de um médico veterinário. As principais doenças são a Pasteurelose, a Cerato-conjuntivite, a Leptospirose, a Salmonelose, a Foot Rot, a Verminose, a Mastite, a Brucelose, a Linfadenite Caseosa, a Coccidioses/Eimeriose, entre outras.

Programa sanitário anual/mensal

O programa sanitário deve contemplar medidas preventivas para as doenças existentes na propriedade, além das que são mais comuns de acontecer no ambiente em que os ovinos estão. O ovinocultor não precisa gastar dinheiro para controlar doenças que não estão presentes no rebanho e que apresentam um baixo risco de entrar no plantel. Mas é necessário estar sempre atento a novos acontecimentos.

As principais práticas a serem adotadas são as seguintes:

1.Estabelecer um calendário de vacinação para doenças infecciosas.
2.Tratamento e descarte de animais doentes.
3.Divisão do rebanho ovino em categorias animais.
4.Controle de Verminoses:
→Método Famacha;
→Melhoramento genético para animais resistentes;
→Rotação de pastagens;
→Higiene e limpeza de cochos e bebedouros;
→Teste de eficácia de vermífugos.
5.Evitar introdução de animais de fora no plantel.
6.Se for necessário comprar animais, tomar algumas precauções como exigir exames e fazer quarentena.

Um programa e um diagnóstico sanitário bem planejados evitará que os ovinos adquiram doenças.

 Um programa e um diagnóstico sanitário bem planejados evitará que os ovinos adquiram doenças, como verminoses ou ainda o "foot rot ".

Monitoramento dos resultados

Definindo o sistema de controle sanitário que será utilizado, resta executá-lo. Além disso, devem ser realizados exames clínicos e laboratoriais rotineiros para monitorar a eficácia das medidas adotadas. Como exemplo de exames clínicos rotineiros, temos o repasse de animais periodicamente no curral, um a um, para diagnosticar e curar possíveis afecções, como feridas, bicheiras, “foot rot”, realizar o método Famacha, exame de conjuntivite, entre outros.

Além disso, devem ser também realizados exames laboratoriais para monitorar doenças como: leptospirose, brucelose, OPG para verminose, entre outras. Enfim, tomando tais cuidados quanto ao manejo sanitário dos ovinos, o ovinocultor certamente obterá sucesso em sua criação.

Por Andréa Oliveira.

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Entre eles, destacam-se:

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