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Suinocultura e coronavírus: tudo o que o suinocultor precisa saber

É necessário estar atento à rotina e aos cuidados que devem ser tomados em relação à COVID-19 nas propriedades suinocultoras

Suíno - imagem ilustrativa

Paulo Brustolini, professor do Curso CPT Criação de Suínos – Manejo de Reprodutores e Matrizes, destaca que a carne suína vem ganhando, cada vez mais, destaque no mercado nacional como uma opção de alimento rico em nutrientes necessários para se fazer uma dieta equilibrada. Com isso, o potencial brasileiro de atuação nessa atividade só tende a crescer.

Estabelecendo um paralelo, há algum tempo, toda a população mundial se viu diante de uma nova realidade: a pandemia causada pelo coronavírus obrigou as pessoas a mudarem hábitos e a se acostumarem com “o novo normal”, respeitando uma série de cuidados para evitar o contágio e a transmissão do vírus causador da COVID-19.

E não somente o social sofreu alterações, haja vista que quase toda a cadeia produtiva mundial também foi afetada e teve que adaptar a sua rotina para garantir a segurança de todas as pessoas envolvidas e para continuar a garantir a qualidade e a sanidade do que se produz.

Nesse sentido, apresentamos a seguir tudo o que os produtores precisam saber em relação à suinocultura e a COVID-19:

O novo coronavírus a relevância sua relevância para a suinocultura

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o coronavírus já é um antigo conhecido de médicos veterinários. Entretanto, a hipótese mais aceita para justificar o porquê de só recentemente ser letal entre os humanos é que o SARS-CoV-2 (“novo” coronavírus) conseguiu se transformar em uma zoonose e saltou da espécie animal para a humana.

Alguns vírus da família Coronaviridae acometem apenas os suínos e acabam provocando queda na produtividade e até morte dos leitões. Esses, apesar de serem comuns, não são classificados como zoonoses e, consequentemente, não são transmissíveis ao homem. E, igualmente, de acordo com a OMS – Organização Mundial da Saúde – não há confirmação de que o SARS-CoV-2 seja transmitido entre humanos e animais.

O suinocultor e infecção pelo coronavírus

Apesar de continuar circulando entre as pessoas, infectando e levando a óbito um número cada vez maior de indivíduos, estudos demonstram que suínos e outros animais de produção não se infectam com o vírus. Logo, a possibilidade de infecção do suinocultor durante o manejo dos animais é considerada nula.

Mudanças na rotina de trabalho do suinocultor

Há mais de três décadas, a carne suína é a mais produzida no mundo, o que coloca os suinocultores como profissionais de grande importância na produção de alimentos a nível mundial. Mesmo com a pandemia, a atividade pode continuar sendo desenvolvida normalmente, com apenas uma orientação: durante o trabalho na propriedade, sobretudo quando há mais de uma pessoa trabalhando no mesmo local, esses indivíduos precisam seguir as orientações dos órgãos de saúde competentes com a finalidade de minimizar o risco de infecção.

Desempenho das atividades e proteção da COVID-19

Algumas orientações são indispensáveis:

- O acesso de pessoas à propriedade e ao ambiente de produção deve ser controlado para evitar aglomerações e contato entre pessoas que possam estar infectadas;
- As medidas de biosseguridade não devem ser negligenciadas, sendo relevante implementar uma desinfecção rotineira de materiais utilizados no dia a dia, dado que o vírus consegue sobreviver por algum tempo em superfícies;
- Durante o trabalho, a distância mínima de um metro entre as pessoas deve ser respeitada, principalmente se elas estiverem tossindo ou espirrando;
- As mãos devem ser lavadas frequentemente com água e sabão e todas as roupas e calçados utilizados durante o manejo também devem ser lavados ao final do dia;
- Olhos, nariz e boca não devem ser tocados sem a higienização das mãos antes;
- Materiais de proteção facial, como máscaras, óculos e face shields são desejáveis, dado que possuem eficácia comprovada na prevenção do contágio;
- Trabalhadores que pertençam ao grupo de risco podem ser realocados para funções que não tenham contato com outras pessoas;
- Trabalhadores que apresentem sintomas como febre, dor de cabeça, coriza, perda de olfato e paladar, cansaço e dificuldade de respiração, dentre outros, devem ser afastados do trabalho e consultar um médico;
- A vacina contra a gripe (influenza) não evita que as pessoas sejam infectadas pelo coronavírus, mas evita que as pessoas apresentem outros tipos de doenças respiratórias. Nesse contexto, ela também entra como uma forma de garantir um pouco mais de segurança aos trabalhadores.

 


Conheça os Cursos CPT da Área Suinocultura:

Criação de Suínos – Manejo de Reprodutores e Matrizes
Manejo de Leitões do Nascimento ao Abate
Produção de Suíno Light – Mais Carne, Menos Gordura

Fonte: EMBRAPA SUÍNOS E AVES. Instrução Técnica 24: INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA O SUINOCULTOR - COVID-19: O que o suinocultor precisa saber. Concórdia, SC: EMBRAPA, 2020.
Secad Artmed – secad.artmed.com.br/blog/
por Renato Rodrigues

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