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Suinocultura - a mortalidade dos leitões

Acompanhamento a filhotes de baixo peso e fornecimento adequado de colostro são os cuidados mais indicados

Suinocultura - a mortalidade dos leitões

 

Um dos fatores mais preocupantes na suinocultura é a natimortalidade e mortalidade de leitões. A primeira se refere ao período pré e durante o parto e a segunda, são os primeiros dias de vida dos leitões.

A mortalidade apresenta os índices mais preocupantes da produção e cerca de 60% das mortes ocorrem entre os cinco primeiros dias após o nascimento. Por isso, o produtor deve adotar medidas de manejo adequadas desde a gestação da porca matriz até os primeiros dias de vida dos filhotes.

As principais causas que levam a morte dos leitões são:

1) Físicas:

→Mortalidade perinatal: é a ocorrência de um ou mais natimortos em partos. Os leitões podem nascer mumificados ou mortos durante o trabalho de parto por asfixia, por falha inicial do mecanismo cardiorrespiratório, por falta de atendimento durante o parto, por distocia ou por carência nutricional da matriz.

→Esmagados pela porca matriz: é um tipo de acidente frequente nos primeiros dias pós-parto. Leitões menores, mais fracos e leves, com pouca vitalidade deslocam-se com menos rapidez, sendo portanto mais propensos a serem esmagados pela matriz.

→Canibalismo: é um vício de etiologia não totalmente esclarecida, e pode ser influenciado por deficiências nutricionais, alta temperatura na maternidade, manejo inadequado, e a síndrome MMA – Mastite, Metrite e Agalaxia. Caracteriza-se por um comportamento anormal da matriz em relação aos seus leitões recém-nascidos, atacando, mordendo e em alguns casos os devorando. Normalmente a aplicação de tranquilizantes dá bons resultados se o vício persistir a matriz deve ser substituída.

→Inanição: deve-se a ausência na absorção do colostro/leite. Ocorre pelos seguintes fatores: a matriz ser má produtora de leite, a anomalia nas tetas e mamas não funcionais, a síndrome MMA, ao excesso de leitões e a vitalidade diminuída de alguns leitões.

→Temperaturas baixas: os leitões recém-nascidos são extremamentes sensíveis ao frio. Seu sistema termorregulador é precário. Não tem gordura de cobertura, e, se a temperatura externa é baixa, sua temperatura corpórea cai, fazendo com que se esgote as poucas reservas de glicose que possui, levando-o a um estado de hipoglicemia. Ocorre principalmente quando a alimentação é insuficiente.

2) Genéticas:

→Palato fendido: 0,2% dos leitões têm apresentando este defeito congênito, com ausência total ou parcial do palato, o que dificulta, e, em alguns casos impede totalmente o leitão de mamar, sobrevindo a morte em dois ou três dias após o nascimento.

→Ausência de olhos: pode ser unilateral ou bilateral. Alguns leitões podem sobreviver dependendo da atenção que lhe dispensa o tratador, mas a maioria morre de fome.

→Perna aberta: observa-se já nas primeiras horas após o nascimento animais com predisposição para membros abertos, podendo ser somente os traseiros, ou os dianteiros e as vezes os dois. Estes animais tem muita dificuldade para se locomoverem na baia e normalmente morrem por inanição, pois não conseguem mamar o suficiente para garantir a sua sobrevivência.

3) Deficiências nutricionais:

→Anemia ferropriva: é uma ocorrência bastante comum e muitas vezes passa despercebida na maioria das granjas, devido a erros de aplicação de ferro, erros de dosagem, e até por falta de aplicação de ferro.

→Paraqueratose: é uma erupção cutânea de caráter agudo ou crônico que em alguns casos pode levar os leitões à morte. Podendo curar-se espontaneamente ou após alteração da dieta e medicação dos animais doentes. Normalmente ocorre na última semana antes da desmama e/ou logo após a desmama, entre 4 e 8 semanas de idade.

→Patológicas: aqui, se enquadram todas as enfermidades infectocontagiosas que levam a uma alta mortalidade de todos os animais de diferentes idade, sendo os leitões lactantes os mais afetados, devido a baixa resistência, pouca idade e constituição anatômica. Devido a mortalidade e ao alto índice de animais refugados (baixo peso ao desmame), causados por problemas patológicos deve-se manter uma perfeita higiene e desinfecção das instalações de maternidade. Os principais problemas são: Diarreia CoccidioseArtrite.

Quer saber mais sobre cuidados com leitões recém-nascidos? Conheça o Curso CPT Manejo de Leitões - Do Nascimento ao Abate.

Por: Ana Carolina dos Santos

Fontes: SOS Suínos, Dia de Campo.

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Comentários

MARIA DANUBIA FARIAS MAGNO

28 de ago de 2019

Meus porquinhos estão com 5 dias de nascidos e estão quase mortos com tremedeira. Não levantam, não mamam, ficam só no chão tremendo. Alguém tem alguma dica do que pode ser feito? Será que é alguma doença ? Como tratar?

Resposta do Portal Cursos CPT

29 de ago de 2019

Olá Maria Danúbia Farias Magno,

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

O ideal é que procure por um Médico Veterinário, para que ele possa examinar os animais e realizar o diagnóstico exato do problema. Após o diagnóstico, ele irá indicar o melhor tratamento para o problema.

Atenciosamente,
Victor Sampaio

fausto oliveira

12 de set de 2016

pretendendo adquirir alguns exemplares e dado ter familiares residentes no Brasil agradecia que me informassem como poderão ser adquiridos!!? endereço ..livrarias em S.Paulo. Cordialmente Fausto Oliveira

Resposta do Portal Cursos CPT

12 de set de 2016

Ola Fausto,

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Nossas consultoras entrarão em contato com mais informações sobre os Cursos.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

Aderito Alberto Chapala

4 de jul de 2015

como poço me escrever?

Resposta do Portal Cursos CPT

6 de jul de 2015

Olá, Aderito!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Nossas consultoras entrarão em contato com mais informações.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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