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Produção de leite orgânico é alternativa viável para a pecuária

A produção de leite orgânico é uma alternativa que se tornou viável para a pecuária brasileira, tanto em termos tecnológicos como de mercado

Produção de leite orgânico é alternativa viável para a pecuária   Artigos Cursos CPT

 

A produção de leite orgânico é uma alternativa que se tornou viável para a pecuária brasileira, tanto em termos tecnológicos como de mercado. Entretanto, é preciso levar em conta que a maior parte dos produtores de leite do país sabe muito pouco sobre as técnicas usadas para a obtenção desse tipo de produto. Outro tipo de informação ainda pouco disseminada diz respeito à legislação que rege a atividade. E o mais importante, conforme relata Luana Barros, professora do Curso a Distância CPT Produção de Leite Orgânico, em Livro+DVD e Curso Online, é que são poucos os produtores rurais que têm consciência sobre as oportunidades que se abrem no mercado brasileiro para os alimentos orgânicos, especialmente o leite.

Quando um consumidor procura um produto orgânico no mercado, seja oriundo da agricultura ou da pecuária, ele está buscando um alimento que considera mais saudável. Em geral, ele tem em mente que este alimento está livre de produtos químicos, como agrotóxicos ou medicamentos, amplamente utilizados na agropecuária, cujos resíduos podem ser prejudiciais à saúde de quem consome.

Na verdade, os produtos orgânicos têm como característica positiva não apenas o fato de serem livres de produtos químicos potencialmente danosos à saúde humana. Diversas outras características favorecem sua produção, distribuição e comercialização. Por incrível que pareça, o conceito de ‘produção orgânica’ é muito mais amplo, assim como seus benefícios. É importante destacar que o termo “agricultura orgânica” pode e deve ser entendido como atividade não apenas agrícola, mas, também, pecuária.

I- Princípio da saúde


O primeiro princípio é o da saúde, em que o IFOAM propõe que a agricultura orgânica “deverá manter e melhorar a qualidade dos solos, assim como a saúde das plantas, dos animais, dos seres humanos e do planeta, como organismo uno e indivisível”. Esse primeiro princípio sugere que a saúde de pessoas e comunidades não pode ser considerada de forma dissociada da saúde dos ecossistemas, considerando que “solos saudáveis originam produtos saudáveis que, por sua vez, promovem a saúde dos animais e das pessoas”

II- Princípio da ecologia


O segundo princípio é o da ecologia, que defende que a agricultura orgânica “deve se basear nos sistemas ecológicos vivos e seus ciclos, trabalhando com eles, imitando-os e contribuindo para a sua sustentabilidade”. Esse princípio toma como base a agricultura orgânica nos sistemas ecológicos vivos, ou seja, a produção deve “se fundamentar em processos ecológicos e na reciclagem”, de forma que, na produção vegetal, considere-se o solo vivo; na produção animal, considere-se o ecossistema da exploração; ou na aquicultura (peixes e outros organismos aquáticos), considere-se o ambiente aquático.

III- Princípio da justiça


O terceiro princípio, o da justiça, considera que a agricultura orgânica deverá se basear em “relações justas no que diz respeito ao ambiente comum e as oportunidades de vida”. Esse princípio valoriza a igualdade, o respeito, a equidade e a responsabilidade, tanto nas relações entre as pessoas, como nas suas relações com os outros seres. Todos os envolvidos no processo produtivo devem orientar as relações humanas de modo a assegurar a equidade “em todos os níveis e para todos os setores – agricultores, assalariados, transformadores, distribuidores, comerciantes e consumidores”.

IV- Princípio da precaução


O quarto e último princípio é o da precaução, que defende que a agricultura orgânica deverá “ser gerida de forma cautelosa e responsável, de modo a proteger o ambiente, a saúde e o bem-estar das gerações atuais e daquelas que hão de vir”. Segundo esse princípio, quem pratica a agricultura orgânica pode melhorar a eficiência e aumentar a produtividade, mas isso deve ser feito sem que se coloque em risco a saúde e o bem-estar.

As tecnologias devem ser cuidadosamente avaliadas e os métodos de trabalho revistos, de modo que, caso exista um conhecimento incompleto dos ecossistemas e da atividade agrícola, as devidas precauções de verão ser tomadas.

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Por Silvana Teixeira.

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