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Sistemas silvipastoris promovem a sustentabilidade na produção do animal a pasto

Devido a dúvidas postadas em uma das nossa redes sociais (You Tube), nossa articulista, com formação na área, elaborou o presente artigo, que trata sobre a escolha das espécies arbóreas utilizadas nos sistemas silvipastoris.

https://cptstatic.s3.amazonaws.com/imagens/enviadas/materias/materia1819/m-sistema-silvipastoril.jpg

A definição das espécies adequadas para implantação de sistemas silvipastoris é fundamental para o o sucesso.

A definição das espécies adequadas para implantação de sistemas silvipastoris é fundamental para o o sucesso da atividade. Nesse sentido, os objetivos do produtor  são muito importantes nessa decisão. A escolha do componente arbóreo-arbustivo de um sistema silvipastoril deve ser feita, principalmente, com base no tipo de exploração pretendida, seja ela a produção florestal (madeira, celulose, resinas etc), animal (leite, carne, lã etc) ou, ainda, um sistema misto em que se obtenham produtos, comercializáveis ou não, tanto do componente florestal quanto do animal. Sugere-se, sempre que possível, optar por árvores de uso múltiplo, que produzam madeira ou outros produtos, além de serviços como sombreamento, proteção do solo e fixação de nitrogênio.

Em pesquisas, a Embrapa Acre (documento 84), mostra que a experiência dos produtores da região na implantação de sistemas silvipastoris em áreas de pastagens têm mostrado que espécies como baginha, ingá-mirim, ipê e jurema apresentam características importantes na convivência com o gado, pois não são quebradas nem consumidas pelos animais. Por outro lado, as espécies cedro, bordão-de-velho, freijó, algodoeiro, samaúma, piranheira, vapoeiro, eucalipto, teca, mogno, marupá, faveira ingá e mulateiro também são promissoras, apresentando boa adaptação ao sistema, devido à resistência das mudas jovens ao sol intenso e à baixa fertilidade do solo.
 
De acordo com os pesquisadores da Embrapa Margarida Mesquita Carvalho, Deise Ferreira Xavier, Maurílio José Alvim e Luiz Januário Aroeira, professores do curso “Sistemas Silvipastoris - Consórcio de Árvores e Pastagens” elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, na escolha das espécies arbóreas é preciso analisar um série de características desejáveis para a implantação do sistema. Elas devem possuir o maior número possível das características, como  potencial econômico; facilidade de estabelecimento; crescimento rápido; capacidade para fornecer nitrogênio e outros nutrientes à pastagem; adaptação ao ambiente de pastagem (sol intenso e geralmente baixa fertilidade do solo) e tolerância à seca, à geada ou ao encharcamento do solo; serem preferencialmente leguminosas; ter capacidade para fornecer forragem palatável; ser resistentes ao fogo; sem efeito tóxico para os animais; que não prejudiquem o crescimento do capim em baixo da copa; não tenham copa muito densa; não se alastrem pelo pasto sem controle (não invasoras); tenham uso múltiplo (madeira, fruto, forragem, sombra, adubação, substâncias medicinais etc); tolerem ataques de insetos e doenças; e forneçam sombra, abrigo e controle de erosão.
    
Outras características desejáveis são que as espécies arbóreas sejam preferencialmente perenifólias; resistentes ao vento; tenham raízes profundas; rebrotem e tenham silvicultura conhecida.

Além das características citadas, a foma de implantação, considerando a espécie a ser implantada, o plantio, os tratos culturais o controle de pragas e doenças relacionadas à espécie arbórea e forrageira são variáveis em função dessas e das condições do ambiente, como fertilidade do solo, temperatura e umidade. Assim, o sucesso da implantação de sistemas silvipastoris, depende de uma série de fatores, desde tecnologia apropriada; disponibilidade de mudas de boa qualidade física e genética; disseminação da informação e, principalmente, assistência técnica na implantação e condução da atividade.

Diante do exposto, são várias as alternativas de espécies para implantação dos sistemas silvipastoris, sendo de suma importância a análise dos vários fatores envolvidos no funcionamento da atividade, com o acompanhamento de um profissional da área, o qual fará um diagnóstico dos elementos disponíveis na região e área de implantação, assim como a escolha das melhores espécies.

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