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Bovinos - principais plantas tóxicas causadoras de mortes no Brasil

No Brasil, atualmente, são conhecidas mais de 50 plantas de interesse toxicológico para bovinos, entre elas o sorgo, que pode concentrar ácido cianídrico em quantidades tóxicas

Plantas tóxicas que causam mortes em bovinos

No Brasil, atualmente, são conhecidas mais de 50 plantas de interesse toxicológico para bovinos

Uma das causas mais importantes de perdas de bovinos adultos no Brasil é em decorrência da ingestão de plantas tóxicas. Estas, na maioria dos casos, são de impacto porque quase sempre são responsáveis pela morte de mais de um animal ao mesmo tempo, têm evolução superaguda ou aguda, e afetam geralmente os animais em melhor estado nutricional.

“Planta tóxica, do ponto de vista da pecuária, é toda aquela que, uma vez ingerida pelos animais, sob condições naturais e em doses suficientes, causa danos à saúde deles ou a morte”, afirma a professora Patrícia Tristão Mendonça, do curso Enquanto o veterinário não chega - Atendimento a bovinos, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Algumas plantas forrageiras se enquadram nesta definição, uma vez que, em função do seu metabolismo, condições de plantio, características climáticas do ano ou mesmo conservação são capazes de concentrar substâncias tóxicas.

No Brasil, atualmente, são conhecidas mais de 50 plantas de interesse toxicológico para bovinos, entre elas o sorgo, que dependendo da sua condição vegetativa pode concentrar ácido cianídrico em quantidades tóxicas. Outro exemplo dessas plantas é o capim setária que, até 30 dias de rebrota, contem níveis de oxalato e, em determinadas condições específicas, pode levar a intoxicações.

Como toda a flora do país, as plantas tóxicas têm distribuição geográfica regionalizada e cada uma possui um nome escrito em latim, tal como um nome de registro civil (nome científico), pelo qual é conhecida em todo o mundo. Os nomes vulgares, que poderiam ser comparados a apelidos, podem variar de uma região para outra.

Tabela com as principais plantas tóxicas que causam mortes de bovinos no Brasil

 

Tabela com as principais plantas tóxicas que causam mortes de bovinos no Brasil

Tabela com as principais plantas tóxicas que causam mortes de bovinos no Brasil

 

Plantas mais comumente associadas a casos de intoxicação natural


São plantas que atualmente e com relativa frequência têm sido responsabilizadas por quadros de intoxicação natural em bovinos, nas regiões onde elas são encontradas em quantidades consideráveis.

Café do mato ou erva-de-rato ou cafezinho


A erva-de-rato é a planta tóxica mais importante do Brasil, sobretudo na região Amazônica

A erva-de-rato é a planta tóxica mais importante do Brasil, sobretudo na região Amazônica

Arbusto de lugares sombreados (mata, capoeira, pastos recém-formados) em terra firme. Causa de “morte súbitas” em bovinos, especialmente quando os animais são movimentados. É uma planta de boa palatibilidade, de alta toxicidade e efeito acumulativo. É a planta tóxica mais importante do Brasil, sobretudo na Região Amazônica. Os bovinos, quando intoxicados pelo Café do Mato, morrem subitamente. Aparentemente sadios, quando são movimentados, caem subitamente ao chão (de início, em decúbito esternal e, logo em seguida, em decúbito lateral) e morrem em questão de poucos minutos, fazendo movimentos de pedalagem e com respiração ofegante. Antes de caírem, podem apresentar perda de equilíbrio dos membros posteriores, relutância ao andar, tremores musculares, frequentes defecações e micções e pulsação intensa das veias jugulares (“veias do pescoço”). Muitas vezes, os animais podem ser encontrados mortos, sem manifestações anteriores de qualquer alteração. Exercícios podem precipitar ou mesmo provocar os sintomas e a morte. Portanto, não é racional se pensar em tratamento diante da evolução superaguda da intoxicação. Ademais, qualquer movimentação e excitação do animal, como ocorreriam durante o tratamento, poderia precipitar os sintomas e sua morte. Nesse caso, recomenda-se, durante alguns dias, deixar em sossego os lotes de animais que tiverem casos de intoxicação. Experimentalmente, foram verificados alguns casos de recuperação em animais que receberam doses menores da planta. Isto pode indicar que, em condições naturais, bovinos que ingerirem subdoses da planta podem se autodesintoxicar e, assim, reverter espontaneamente o quadro de intoxicação.

A samambaia é uma planta tóxica, sendo a brotação a porção mais perigosa ao gado.

A samambaia é uma planta inteiramente tóxica, sendo a brotação a porção mais perigosa ao gado

Samambaia



Planta invasora, em solos ácidos, de ação radiomimética. Causa diversos quadros patológicos nos animais herbívoros de acordo com a quantidade e o período em que foi ingerida. A samambaia é uma planta inteiramente tóxica, sendo a brotação a porção mais perigosa ao gado. A planta, quando dessecada, também conserva a toxidez. De acordo com as quantidades ingeridas e o período durante o qual se dá a ingestão da planta, ocorrem diferentes manifestações clínicas de intoxicação.

Tabela com as principais plantas tóxicas que causam mortes de bovinos no Brasil


Cipó preto



É uma planta arbustiva conhecida como trepadeira ou cipós e pertence à família Malpighiaceae. Ocorre somente na região Sudeste, tendo como nome popular “cipó-ruão”, “cipó-preto”, “cipó-vermelho”, ou ainda “cipó-ferro”. São consideradas plantas importantes como causa de mortes em rebanhos bovinos em regiões como o vale do Paraíba, em São Paulo; ou a região de Governador Valadares, em Minas Gerais. Também nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo são relatadas intoxicações. Na verdade, estas plantas foram estudas inicialmente devido ao seu efeito sobre o sistema circulatório, mais especificamente no coração, onde pode causar fibrose cardíaca grave, acompanhada de um quadro de insuficiência cardíaca congestiva (ICC). Devido às perdas econômicas geradas a partir da morte dos animais acometidos, chegando a inviabilizar a atividade pecuária em algumas propriedades, vários estudos foram realizados, identificando, então, como a causa destes problemas as espécies de Tetrapterys spp. Porém, um fato constante nos relatos dos criadores são os abortos atribuídos à ingestão da planta. A intoxicação acontece principalmente na época da seca, quando há falta de pasto (fome) e a planta está em fase de brotação, portanto mais palatável. O principal sintoma seria o aborto precedido ou concomitante com a manifestação clínica dos sinais de Insuficiência Cardíaca Congestiva. Os sinais circulatórios mais evidentes são edema de barbela e da região esternal, veia jugular ingurgitada e arritmia cardíaca. Também observam-se fraqueza, letargia, anorexia e dispneia. O índice de mortalidade é elevado.

 

plantas tóxicas

Não há tratamento para a intoxicação por meio da Algaroba

Algaroba



Também é conhecida por algarobeira ou algaroba. É uma xerófila de crescimento rápido, com altura que varia de 8-12 m. Produz frutos a partir do segundo ou terceiro ano, provocando a enfermidade denominada de cara-torta. Esta planta foi introduzida no Nordeste brasileiro, na década de 40. Os frutos são utilizados como forragem, e podem ser consumidos no campo ou coletados para produzir rações para bovinos, ovinos, caprinos, suínos, aves e coelhos. Têm sido utilizados, também, para o consumo humano. A intoxicação pelos frutos da algaroba tem sido descrita em bovinos nos Estados Unidos, Peru e Brasil, e em caprinos no Peru. A intoxicação foi descrita na Paraíba em 1981 e no Rio Grande do Norte em 1986. Depois de 1992 o número de surtos aumentou e a morbidade chegou até 50% em alguns rebanhos. Os sinais clínicos são mais evidentes durante a ruminação ou na mastigação e são característicos de uma insuficiência dos nervos cranianos. Em bovinos, observa-se relaxamento da mandíbula, torção da cabeça durante a mastigação e ruminação, movimentos involuntários da língua ou sua protrusão, salivação profusa, bocejos, dificuldades para deglutir e atrofia dos masseteres. Mastigação continuada, nervosismo, disfagia, atonia ruminal, anemia, edema submandibular e emagrecimento progressivo são também observados. Não há tratamento. Após o aparecimento dos sinais clínicos deve, imediatamente, ser suspensa a administração das favas ou do farelo de algaroba. Aconselha-se administrar até 30% de vagens na dieta de bovinos por um período de 6 meses.

Confira mais informações, acessando os cursos da área Gado de Leite.

Por Silvana Teixeira

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Comentários

ANIBAL COUTINHO DE LEMOS

21 de nov de 2018

Bom dia o touro há dois dias atrás apareceu com barriga inchada , o funcionário acreditou ser intoxicação por planta tóxica ( animal ervado). Foi administrado no animal uma dose de antitóxico, no segundo dia ele retornou ao curral sozinho com a barriga mais inchada ainda, foi dado a 2a. dose do antitóxico , ele foi bebeu água e deitou e morreu. Furamos a barriga e saiu MUITA água , esta límpida né sem cheiro. Abrimos então o animal e saiu ,mais água ainda, fomos abrir o estomago e não encontramos as ervas , outra observação é que o funcionário disse que qdo é erva as vilosidades se soltam, e neste caso estavam integras. Partimos para observar os órgãos: rins, fígado, pulmão, coração, e não encontramos nenhuma lesão ou algo diferente de um animal sadio. A impressão é que ele tomou água e ela não foi para o sistema digestivo, pois este estava mais seco que o normal. O que seria ? A propriedade fica em Minas Gerais, região da Zona da Mata. Agradeço sua atenção, Anibal

Resposta do Portal Cursos CPT

21 de nov de 2018

Olá,

Agradecemosa  visita e comentário em nosso site. Sugerimos que consulte um médico veterinário para examinar o animal. Ele saberá exatamente como proceder para salvar a vida do touro.

Atenciosamente,

Mariana Caliman Falqueto

Viviane Molina

4 de jun de 2018

Boa tarde estou querendo plantar a Pata de Vaca na minha propriedade porém quero saber se o fruto ou a flor são tóxicas para o gado obrigada

Resposta do Portal Cursos CPT

20 de jun de 2018

Bom dia Viviane,

O fruto e a flor da Pata de Vaca são tóxicas para o gado sim.

Atenciosamente,

Mariana Caliman Falqueto

christiane

25 de ago de 2017

Preciso de um CD que fale se plantas tóxicas em cães gatos cavalos e gado

Resposta do Portal Cursos CPT

28 de ago de 2017

Olá, Christiane.

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Nossas consultoras entrarão em contato.

Atenciosamente,

Renato Rodrigues.

Victor Pelloso Leite

10 de ago de 2017

Bom dia! Sou de Miracema, cidade localizada no noroeste do estado do Rio de Janeiro. Tivemos um caso de morte de um novilho, a princípio totalmente sadio de forma rápida e inesperada, no inicio apresentando sintomas como extrema coceira pelo corpo que devida a utilização da língua e dos dentes para coçar, gerou fortes feridas seguindo desde a virilha ao flanco em ambos os lados, apresentava também um certo desequilíbrio das patas traseiras, o quadro foi evoluindo com dificuldade para se levantar, respiração ofegante, língua para fora, sangramentos nos ouvidos e em alguns poros pelo corpo, com 3 a 4 dias do inicio dos sintomas o animal já estava deitado com a cabeça estendida com extrema dificuldade de respiração e aparentava dores abdominais. A principio tratamos como uma intoxicação, mas como nunca tivemos casos como este não sabíamos lidar com a enfermidade. Gostaria de saber, se com esses sintomas, daria pra identificar alguma planta que fosse capaz de causar estes sintomas. Dias antes de apresentar estes sintomas o animal se encontrava num piquete formado pela pastagem Brachiaria brizantha xaraés, (MG5), e por estilosantes. Desde ja agradeço

Resposta do Portal Cursos CPT

10 de ago de 2017

Olá, Victor. 

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Recomendamos que você procure um médico veterinário para que possa esclarecer o que houve com o seu novilho e receitar possíveis remédios para esse mal.

Atenciosamente,

Renato Rodrigues.

João Luiz Galvão

3 de ago de 2017

É verdade que o uso de bicabornato de sódio pode ajudar a prevenir a intoxicação com ervas?

Resposta do Portal Cursos CPT

3 de ago de 2017

Olá, João.

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Aconselhamos que você procure um especialista em nutrição animal para que possa te orientar melhor.

Atenciosamente,

Renato Rodrigues.

Osvanio francisco pereira

18 de jan de 2017

Ola perdi 14 cabecas entre vacas bezerros touro.. nao consegui identificarno nome da planta somente que ela exala um odor semelhante a pomada vick.. vcs tem alguma informacao sobre ela.. de algum medicamento que combateria os efeitos. Pois e uma area de pastagem nova e esta dificil erradicar esta erva daninha.. a primeira vez que perdi mais animais assustei nunca tinha visto isso em 35 anos de pecuaria.. os animais caindo..um atraz do outro.. o prejuizo foi grande

Resposta do Portal Cursos CPT

18 de jan de 2017

Olá Osvanio,

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Para mais informações recomendamos que procure um médico veterinário em sua região para mais informações.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

Victor Pelloso Leite

24 de dez de 2016

Bom dia! Sou de Miracema, cidade localizada no noroeste do estado do Rio de Janeiro. Tivemos um caso de morte de um novilho, a princípio totalmente sadio de forma rápida e inesperada, no inicio apresentando sintomas como extrema coceira pelo corpo que devida a utilização da língua e dos dentes para coçar, gerou fortes feridas seguindo desde a virilha ao flanco em ambos os lados, apresentava também um certo desequilíbrio das patas traseiras, o quadro foi evoluindo com dificuldade para se levantar, respiração ofegante, língua para fora, sangramentos nos ouvidos e em alguns poros pelo corpo, com 3 a 4 dias do inicio dos sintomas o animal já estava deitado com a cabeça estendida com extrema dificuldade de respiração e aparentava dores abdominais. A principio tratamos como uma intoxicação, mas como nunca tivemos casos como este não sabíamos lidar com a enfermidade. Gostaria de saber, se com esses sintomas, daria pra identificar alguma planta que fosse capaz de causar estes sintomas. Dias antes de apresentar estes sintomas o animal se encontrava num piquete formado pela pastagem Brachiaria brizantha xaraés, (MG5), e por estilosantes. Desde ja agradeço

Resposta do Portal Cursos CPT

26 de dez de 2016

Olá Victor Pelloso,

Não acreditamos que possa ter sido a brachiaria, pois a mesma é muito utilizada na alimentação de bovinos de corte e de leite. Recomendamos que procure um médico veterinário em sua região, para que o mesmo realize uma correta análise e diagnóstico.

Atenciosamente,
Ana Carolina dos Santos

gisleyne barbosa

9 de out de 2016

Bom dia! Preciso saber algo sobre a Ruguinha ou Rosquinha como vulgarmente é chamada em mato grosso, pecuaristas estão perdendo grandes quantidades em rebanhos e não achamos nada sobre o assunto. Ainda é muito evasivo, porém seu efeito é letal.

Resposta do Portal Cursos CPT

17 de out de 2016

Olá Gisleyne,

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Stryphnodendron fissuratum Mart., árvore da família Fabaceae, sub-família Mimosoideae, com até 20m de altura, habita regiões de transição entre o cerrado e a floresta amazônica. Os frutos são favas acastanhadas e retorcidas conhecidas popularmente por "rosquinha".

O gênero Stryphnodendron tem espécies conhecidamente tóxicas. S. coriaceum, que ocorre na Região Nordeste, é responsável por mortandades em bovinos com lesões no tubo digestivo, no fígado e rim (Tokarnia et al. 1991). O consumo espontâneo de favas de S. obovatum por bovinos, que ocorre nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo (Tokarnia et al. 2000) está relacionado a lesões no tubo digestivo, abortos (Tokarnia et al. 1998) e fotossensibilização (Camargo 1965). As favas de S. barbatimao, árvore que ocorre em áreas de cerrado da região Nordeste e Sudeste, administradas experimentalmente a bovinos, causam alterações digestivas e fotossensibilização (Pereira et al. 1989), porém ainda não se sabe de sua importância como planta tóxica de interesse pecuário.

Nos estudos sobre causas de mortalidade de bovinos na Região Centro-Oeste, a toxidez das favas de S. fissuratum é, por vezes, mencionada por pecuaristas e veterinários; no entanto ainda não havia registros de intoxicação espontânea por estas favas em bovinos. Experimentalmente foi demonstrada a toxidez das favas de S. fissuratum para bovinos, através da administração de doses únicas de 10, 20 e 30g/kg. Todos os bovinos experimentais morreram, com evolução de 2-11 dias. Os principais sintomas foram relativos ao aparelho digestivo, como anorexia, ausência da ruminação, fezes pastosas ou sob forma de cíbalos, fétidas, algumas vezes enegrecidas, bruxismo, sialorréia, desidratação, lacrimejamento, incoordenação, tremores do pescoço e da cabeça. Os achados de necropsia incluíam edema gelatinoso subcutâneo e líquido em cavidades naturais, edema e hemorragias de serosa no rúmen, no retículo e no omaso, úlceras na mucosa do abomaso, edema, hiperemia e hemorragias nos intestinos. Histologicamente havia alterações degenerativas e de necrose no rim, fígado, abomaso e intestinos (Rodrigues et al. 2005a,b,c).

Para mais informações, seria interessante entrar em contato com um médico veterinário.

Atenciosamente,
Ana Carolina dos Santos

Maria do pilar

6 de ago de 2016

Bom dia, gostaria de saber se a criação que morreu ervada pode ser consumida? Aqui o povo fala só erva, não sei qual seria o tipo, mas se acha nas grotas , serrados, MG, gostaria de receber a resposta pelo meu e-mail,obrigada

Resposta do Portal Cursos CPT

8 de ago de 2016

Olá Maria do Pilar,

recomendamos que consulte um médico veterinário para mais informações.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

leni

31 de mar de 2016

Gostaria de saber quando que esse artigo foi realizado pra mim poder colocar no meu TCC . Desde Já Agradeço.

Resposta do Portal Cursos CPT

1 de abr de 2016

Olá Leni

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Este artigo foi publicado no dia 27/03/2013.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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