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Segundo estudo, Brasil pode aumentar a produção de energia alternativa em 40%

Investimentos da iniciativa privada e do governo, além de incentivos legais poderiam aumentar a participação das fontes alternativas na matriz brasileira

 

A energia eólica é uma das que apresentam maior potencial de crescimento. Foto: reprodução.

O estudo “Além de grandes hidrelétricas: políticas para fontes renováveis de energia elétrica no Brasil”, realizado pelo WWF-Brasil, aponta que o país tem capacidade para aumentar em 40% a produção de energia alternativa. O documento destaca que investimentos em energia eólica, solar, de biomassa e em Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) podem suprir a demanda de eletricidade no país.

O relatório da WWF critica os grandes investimentos realizados em energia hídrica no Brasil, que segundo o Balanço Energético Nacional 2012, representa mais de 81% da matriz elétrica nacional. Segundo a instituição, o aumento da produção de energia alternativa depende mais de vontade política, do que de subsídios e incentivos para a transição de um modelo energético baseado em energia fóssil a um baseado em fontes alternativas.

De acordo com o estudo,  o Brasil poderia produzir 300 milhões de KW por ano, mas produz menos da metade, cerca de 114 milhões de KW. Já em relação a energia solar, o WWF destacou que se o lago de Itaipu fosse coberto com painéis fotovoltaicos, poderia produzir cerca de 183 milhões de KW por ano, o dobro da energia gerada pela usina no ano passado.

Outro ponto destacado pelo documento foi a queda nos preços das fontes alternativas que já está ocorrendo e deve aumentar nos próximos anos. O WWF acredita que nos próximos 10 a 15 anos o custo da energia alternativa deve ser bem mais atrativo do que a geração de energia hidrelétrica.

O  coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, Carlos Rittl, declarou que o estudo mostra que o potencial das fontes de energia alternativa é alto, mas ainda pouco aproveitado. Para ele, os governos devem incentivar o aumento da produção de energia limpa, seguindo as própria recomendações do documento.

Por: Maria Clara Corsino.

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