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Natal deve ser menos salgado

Preços dos principais artigos natalinos se mantêm estáveis, segundo pesquisa da FGV

 

 A ceia de Natal este ano está mais barata do que em 2010.

O Natal dos brasileiros deve sair menos caro esse ano. Segundo uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços dos principais itens da lista de compras do fim de ano, entre eles alimentos e presentes, subiram bem menos do que a inflação acumulada nos últimos 12 meses.

O estudo revela que os elementos mais importantes da ceia de Natal aumentaram cerca de 4,65%, valor abaixo dos 6,29% da inflação acumulada de dezembro de 2010 a novembro deste ano. Os presentes subiram 5,5%. Em média, o aumento foi de 5,03%. Para o economista da FGV, André Braz, a diferença de preços entre o ano passado e este não é muito grande. “De um modo geral, esses produtos não encareceram, já que ficaram mais baratos do que a inflação do período”, explica.

Mas, André esclarece que ainda existem alguns vilões responsáveis pela elevação do índice geral de preços. Na alimentação, por exemplo, o bacalhau teve alta de 10,34%. O valor das bebidas também aumentou bastante. Refrigerantes e cervejas tiveram alta de 10,82% e 14,16%, respectivamente. Por outro lado, tiveram queda nos preços o azeite (-9,08%), o frango especial inteiro (-2,44%) e o vinho (-1,17%). Quanto aos presentes, as roupas infantis receberam o maior acréscimo (12,31%), seguidas das masculinas (8,64%) e femininas (7,71%).

André Braz alerta o consumidor que alguns itens que reduziram o preço, como celulares (-10,12%), aparelho de videogame (-9,66%) e televisores (-6,64%), ainda possuem preço médio muito alto. Por isso, é bom ficar atento para não comprar nada que não seja necessário e que não dê para pagar.

A economista doméstica Nerina Aires Coelho, professora do curso Finanças na Família, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, afirma que é importante não cair em ofertas tentadoras e comprar somente o essencial. Isto porque em janeiro surgem muitas dívidas, como os impostos, que não podem ser deixadas de lado.

Por: Maria Clara Corsino.

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