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Memória ganha reforço com alimentos certos

Alimentação rica em antioxidantes pode prevenir doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson, relacionadas à produção de radicais livres pelo organismo

Alimentos que contêm fósforo, zinco e ômega 3 atuam no funcionamento do cérebro e da memória.

Existem alimentos que ajudam a memória, mantendo o cérebro concentrado e diminuindo o envelhecimento do órgão. Esses são chamados de funcionais. No curso Cozinha Natural e Integral, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, a professora Rose Pereira explica que  “eles fazem parte de um grupo que gera força e saúde integral para o corpo e trazem efeitos benéficos para nossa saúde, além dos nutricionais”.

A glicose é o principal combustível dos neurônios. Em baixas taxas, compromete o raciocínio, atenção e concentração. Ela pode ser encontrada em cereais integrais, legumes e frutas. O zinco tem função de regular o organismo, atuando na atividade neural e na memória. Encontrado em carnes vermelhas, ovos, ostras, caranguejos e laticínios, protege os neurônios contra radicais livres.

Pessoas com baixos níveis de selênio podem sofrer distúrbios nos neurotransmissores e terem alterações de humor. Esse mineral, que tem forte impacto sobre o cérebro, está presente em grãos, carnes, alho, abacate e frutos do mar.

Por atuar na constituição da membrana celular, o fósforo tem um papel fundamental no funcionamento do cérebro, ajudando a evitar a sobrecarga do corpo devido ao excesso de atividades mentais. Leite, carne, ovos, cereais, leguminosas, frutas, chás e café são fontes do mineral. O ômega 3 faz parte da matéria cinzenta do cérebro e mantém a comunicação entre as células nervosas. Atum, salmão, cavala e arenque são ricos nesse ácido graxo.

Devem ser incluídos no cardápio, também, ferro e vitaminas E, C, B1, B3, B6 e B12. É igualmente importante realizar cinco refeições ao dia, com intervalo de três horas entre cada uma delas. Deixar de fazer uma das refeições pode levar à fadiga mental e comprometer o desempenho cerebral, por falta de glicose.

Por: Clara Peron.

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