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Energia eólica ganha espaço no Brasil

O setor se torna competitivo a cada dia e se transforma em opção na geração de energia

De acordo com o Governo Federal, o custo da energia eólica reduziu 26% desde 2009.  A queda se deve ao desenvolvimento do setor que gerou aumento da competitividade. O físico Luiz Pinguelli Rosa, secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Ciências Climáticas, acredita que é cada vez mais viável a instalação de aerogeradores no país. Segundo ele, o problema do alto custo está sendo resolvido.

A energia hidrelétrica ainda domina o setor energético brasileiro, mas a energia gerada pelos ventos tem demonstrado força para ganhar espaço. Um estudo do instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) indica um aumento na produção energética por fontes renováveis.

 Os aerogeradores estão mais baratos no Brasil.

O professor Antônio de Sá, do curso Energia Eólica, do CPT - Centro de Produções Técnicas, explica que a queda nos custos de implantação de uma usina eólica se deve além da competitividade e da redução dos custos, à relativa facilidade de instalação comparando-se com outras fontes, como a energia solar e a hidrelétrica.

Fontes como a energia hidrelétrica, energia solar e a energia eólica, já representam 50% da matriz energética brasileira. Obviamente, a primeira ocupa a maior parte. No entanto, o diretor de engenharia da Eletrosul, empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia no Rio Grande do Sul, Ronaldo Custódio, acredita que a redução dos custos favoreça a implantação de polos geradores de energia a partir dos ventos.

O Governo Federal espera que nos próximos dez anos o percentual da energia eólica no Brasil suba de 1 para 7 %. Enquanto a expectativa é de redução na participação da energia hidrelétrica de 76 para 67%. Tem havido um crescimento geral na demanda por energia, e por isso, todas as fontes de um modo absoluto devem ser mais aproveitadas. No entanto, tendo em vista a redução nos custos de implantação dos aerogeradores,  espera-se que ela tenha crescimento superior.

Por: Maria Clara Corsino.

 

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