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Peixes, suínos e marrecos: é possível consorciar essas criações?

Na integração devemos utilizar peixes que se alimentem efetivamente de plâncton, que sejam adaptados ao clima da região e que resistam a baixos níveis de oxigênio dissolvido na água

Peixes, suínos e marrecos: é possível consorciar essas criações?   Artigos Cursos CPT

 

O consórcio é a utilização da piscicultura integrada à outra atividade agropecuária, em geral para aproveitamento de dejetos. Dentre os consórcios mais comumente utilizados, podemos citar os com suínos, marrecos, camarões e a rizipiscicultura ou integração peixe-arroz.

“Na integração para aproveitamento de dejetos devemos utilizar peixes que se alimentem efetivamente de plâncton, que sejam adaptados ao clima da região e que resistam a baixos níveis de oxigênio dissolvido na água, com essas características temos o pacu e o tambacu”, afirma Manuel Vazquez Júnior, professor do Curso a Distância CPT Criação de Pacu e Tambaqui..

I- Pacu e Tambaqui em integração com suínos


A integração com suínos pode ser de três formas básicas; na primeira, os dejetos do suíno são levados ao tanque e jogados a lanço; esta opção possui como inconveniente a elevada mão de obra e a perda do nitrogênio da urina por evaporação, perdendo assim uma fonte de nutrientes para a formação de plâncton. Outra alternativa é a utilização de canaletas de escoamento; assim, ao lavar as instalações os dejetos iriam diretamente para a piscicultura, este método permite um melhor aproveitamento dos dejetos em relação ao método anterior.

O método considerado de melhor aproveitamento é a utilização de baias suspensas sobre o tanque; estas baias devem possuir piso ripado para permitir a passagem de fezes, urina e restos de ração. Em geral, o número de suínos é dado em número de porcos em engorda por área do tanque, utiliza-se um suíno para cada 50 a 100 m2, é importante lembrar que, no período frio, como a decomposição do esterco é lenta, o seu fornecimento deve ser reduzido ou mesmo suspenso.

II- Pacu e Tambaqui em integração com marrecos


No consórcio marreco-peixe, recomenda-se colocar no máximo 500 marrecos/ha de espelho d’água para que o excesso de esterco não venha a causar problemas de falta de oxigênio à água, o que comprometeria a criação dos peixes. Os peixes serão beneficiados com a formação de alimentos naturais (zooplâncton e fitoplâncton). Para os marrecos, o contato com grande quantidade de água é tecnicamente recomendado.

Na integração com camarões, o objetivo é otimizar a produtividade do tanque a semelhança de um policultivo, porém estes peixes possivelmente irão se alimentar dos camarões inviabilizando esta prática, também a rizipiscicultura não é aconselhada uma vez que a lâmina d’água é muito pouco profunda para essas espécies poderem alcançar o seu tamanho comercial.

Aprimore seus conhecimentos sobre o assunto. Leia a(s) matéria(s) a seguir:


- Vai criar pacu e tambaqui? Faça em tanques-rede!
- Úmida ou seca? Qual a melhor ração para peixes?

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

Conheça os Cursos a Distância CPT da área Piscicultura.
Por Silvana Teixeira.

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