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Produção de leite em pasto: controle sanitário do rebanho

O controle sanitário é imprescindível para a plena saúde do rebanho, assim como para a manutenção da boa produtividade das vacas leiteiras

Produção de leite em pasto: controle sanitário do rebanho

Na produção de leite em pasto, o controle sanitário é imprescindível para a plena saúde do rebanho, assim como para a manutenção da boa produtividade das vacas leiteiras. Todos sabemos que a melhor medida sempre é a prevenção - por meio de cuidados essenciais para impedir que doenças atinjam o gado. Entretanto, por falhas primárias, alguns animais podem ser acometidos por mastite, tuberculose e brucelose – elas alteram a qualidade e a sanidade do leite, o que o torna impróprio para consumo.

De acordo com Adilson de Paula Almeida Aguiar, professor especialista do Curso CPT Produção de Leite em Pasto, quando a vaca leiteira é acometida por qualquer tipo de doença, o seu ciclo reprodutivo é seriamente comprometido - o que resulta em baixos índices produtivos e, consequentemente, em prejuízos para o pecuarista leiteiro. Por isso, o controle sanitário do rebanho é de fundamental importância.

Controle da brucelose

A brucelose – doença causada pela bactéria Brucella, atinge bovinos em todo o mundo. Ela infecta os animais por meio da ingestão de alimentos e água contaminados, por inalação da bactéria em resíduos da placenta, ou mesmo por contato direto com mucosas do nariz e dos olhos. Se o bovino apresentar indícios da doença (com confirmação positiva para a brucelose), ele deve ser sacrificado para que não contamine todo o rebanho.

Atualmente, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) desenvolveu um plano para controle e erradicação da brucelose e da tuberculose em bovinos. Inclusive, a Normativa 51 regulamenta que todo gado do território nacional deve estar livre das doenças e o diagnóstico positivo deve ser prescrito somente por médicos veterinários credenciados pelo MAPA.

Controle da tuberculose

A tuberculose bovina é uma zoonose causada pela bactéria Mycobacterium Bovis – transmitida ao homem por meio das secreções das vias respiratórias e por ingestão de leite cru contaminado. Por esse motivo, torna-se imprescindível adotar medidas para o controle da doença nos rebanhos leiteiros.

Dentre as principais ações a serem tomadas, temos: biossegurança, controle da entrada de visitantes, higienização das instalações e procedência dos animais. Além disso, se houver suspeitas da doença no gado, testes imediatos devem ser realizados, assim como o descarte dos animais com diagnóstico positivo.

Controle da mastite

A mastite é causada por bactérias do tipo estafilococos, estreptococos e coliformes. Quando a vaca é acometida pela doença, ocorre inflamação das glândulas mamárias – o que gera inúmeros prejuízos ao pecuarista leiteiro. A produtividade do rebanho é severamente reduzida e o leite perde a qualidade, pois a mastite aumenta o nível das células somáticas (CCS).

Como medida preventiva, basta seguir boas práticas na ordenha – higiene do operador, higienização dos tetos da vaca (assim como dos equipamentos) e realização de pré-dip e pós-dip. Além dessas ações, os animais com mastite crônica devem ser descartados do rebanho ou isolados dos animais saudáveis – pois a doença é altamente contagiosa.

Por Andréa Oliveira.

Fonte: Cursos CPT.

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