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Principais parasitoses do rebanho leiteiro

O controle dos parasitas do rebanho leiteiro tem influência direta no resultado da criação

Cuidando do gado leiteiro - imagem ilustrativa

O cenário da pecuária de leite vem mudando de forma acelerada com o passar dos anos. Os produtores, que antes sofriam com os altos custos de produção, se veem hoje com a atividade facilitada, mas com um mercado consumidor cada vez mais exigente, que busca uma quantidade maior de produtos e com mais qualidade.

E a cadeia de produção ainda possui um potencial grande para crescimento, norteada por cinco pilares importantíssimos para o mercado do leite: gerenciamento, manejo, nutrição, genética e sanidade dos rebanhos. Dentre estes, nenhum pode ser negligenciado para que o resultado seja positivo e beneficie toda a cadeia produtiva.

Destaca-se a sanidade como vital para garantir a saúde do rebanho e, indo mais além, alerta-se para os danos que as diferentes parasitoses podem provocar aos animais. Elas se tornam um fator limitante para a produção, o que torna necessário combatê-las da forma mais eficiente possível.

Principais parasitoses

  1. Carrapatos

John Furlong, professor do Curso CPT Controle de Carrapato, Berne e Mosca-dos-chifres, destaca que os carrapatos são parasitas externos que trazem grandes prejuízos à pecuária leiteira; principalmente quando não são controlados de forma correta.

Cientificamente, os carrapatos dos bovinos são conhecidos como Boophilus microplus. Estão adaptados aos bovinos e às condições climáticas de quase todo o território brasileiro, o que facilita sua infestação. Uma fêmea pode carregar consigo de 3500 a 4000 ovos. Devido ao seu ciclo de vida e reprodução, o controle estratégico deve ser realizado por 120 dias.

  1. Vermes

Os bovinos podem ser hospedeiros de diversas espécies de vermes, inclusive, ao mesmo tempo. Esses parasitas se alojam no sistema digestivo dos animais e causam danos à ingestão, à digestão e à absorção de nutrientes. Algumas espécies também podem se abrigar em outros órgãos e desencadear outras doenças, como a pneumonia parasitária, causada por vermes que se instalam no pulmão dos bovinos.

Prejudicam o desenvolvimento do animal principalmente pelo fato de que são percebidos e tratados apenas quando o animal já está bastante debilitado. Mesmo com um tratamento eficaz, os prejuízos já foram causados. Além disso, há o custo com os produtos utilizados para tal finalidade.

  1. Moscas

Há vários tipos de moscas que podem parasitar os bovinos e causar prejuízos à atividade, como a mosca-dos-chifres, a mosca-dos-estábulos, a mosca doméstica, a mosca do berne e a mosca causadora das miíases ou bicheiras. A mosca-dos-chifres possuem pico de ocorrência no início e no final do período das chuvas, enquanto a mosca-dos-estábulos e a mosca doméstica estão associadas à limpeza e higiene do local onde os animais são criados.

  1. Berne

O berne é um parasita já bastante conhecido pelos pecuaristas e é o “resultado” da larva da mosca Dermatobia hominis. Mesmo vivendo por pouco tempo, as fêmeas dessa mosca depositam seus ovos em outras espécies, que os levam até os hospedeiros. Além dos bovinos, também podem atacar suínos, ovinos, cães e até humanos. Essas larvas perfuram a pele e formam nódulos, conhecidos como berne.

  1. Miíase ou Bicheira

A também conhecida “mosca varejeira” – Cochliomyia hominivorax – também produz larvas e se alimenta de tecidos vivos nas feridas, causando dor e desconforto aos animais. No rebanho leiteiro, a bicheira de umbigo é a mais comum. O ciclo total de desenvolvimento é de 20 a 24 dias.

 


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Fonte: Controle Estratégico Integrado de Parasitos em Rebanhos de Leite: Carrapatos, Vermes e Moscas – Câmara – www2.camara.leg.br
por Renato Rodrigues

 

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