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Carpas comuns e carpas coloridas (Nishikigois)

A palavra carpa vem do alemão Karpfen. É um peixe teleósteo de nome científico Cyprinus carpio (L.), da família da família Cyprinidae. Muito encontrado em lagos de água doce e rios da Ásia (mais especificamente da China), Europa e África, pode ser criado em vários ambientes, adaptando-se bem a tanques externos. Possui escamas cicloides bem grandes, podendo revestir todo seu corpo ou apenas alguns aglomerados em certos pontos, dependendo da variedade. Possui um corpo bastante arqueado no dorso e mais retilíneo na região ventral. Possui uma boca pequena, repleta de barbilhões curtos, ao invés de dentes. Os machos diferenciam-se das fêmeas pela grande nadadeira ventral. É um peixe ovíparo e come todo o tipo de alimento. Pode chegar a 1,2 m e 20 kg.

Carpa japonesa comum: reprodução natural em viveiro

A carpa japonesa comum atinge a maturidade sexual com um ano de vida, mas, para a produção comercial, é recomendado utilizar fêmeas com pelo menos quatro anos, e machos a partir de dois anos de vida. “Isso é importante para obter gametas vigorosos e em maior quantidade, o que resultará em maior número de alevinos com maior potencial de desenvolvimento”, afirma Manoel Braz, professor do Curso a Distância CPT, Produção de Alevinos, em Livro+DVD e Curso Online.

Espécies de peixes de importância econômica para a piscicultura

Há aproximadamente 20 anos, a criação de peixes é uma atividade promissora para a economia brasileira e o potencial hídrico do país, por sua vez, além de excelente, favorece em muito a piscicultura. São mais de sete mil quilômetros de costa marítima e dez milhões de hectares de lâmina d’água, em reservatórios de usinas hidrelétricas e propriedades particulares. Segundo Dr. Giovanni Resende, professor do Curso a Distância CPT Criação de Peixes - Como Implantar uma Piscicultura, em Livro+DVD e Curso Online

Kinguyo - alimentação, reprodução e variedades

O kinguyo é descendente de uma carpa selvagem conhecida por Carassius auratus. No Brasil, ele é conhecido como Peixe Japonês ou Peixe Vermelho e nos Estados Unidos, como Goldfish. Sua origem é chinesa, mas também foi uma espécie bastante desenvolvida no Japão por meio de várias técnicas de reprodução. Atualmente, o Japão conta com 30 variedades de kinguyo. Já a China pode ultrapassar as 100 variedades. Independente da variedade, o kinguyo é excelente para ser criado em aquários com outros peixes, pois é dócil e sociável. No entanto, é indefeso, se criado junto a peixes ariscos, como os tetras e os sumatras. Os peixes recomendáveis para lhe fazer companhia são: Carpa, Molinésia, Limpa-Vidros, Cascudos, Tanitis, Limpa Fundo e Colisa.

Piscicultura: alimentação balanceada garante o sucesso do empreendimento

No Brasil, a piscicultura, como atividade rural, surgiu há cerca de 70 anos, no Estado de São Paulo, com a introdução do cultivo da carpa comum, truta arco-íris e a tilápia. Esse cultivo só se consolidou na década de 80, com o desenvolvimento da tecnologia da desova induzida para o pacu e o tambaqui. Tal fato viabilizou os processos produtivos com o escoamento de produção em larga escala.

Guppy - reprodução, alimentação, variedades e classificação quanto ao formato da cauda

O peixe Guppy pertence aos Ciprinodontídeos, que incluem os vivíparos (platys, guppys e espadas) e ovíparos (killis). São originários da América Central e América do Sul. Possuem pequenos dentes nas maxilas, muitas vezes chamados carpas dentadas (toothcarps). As fêmeas alcançam até 6,5cm, mas já procriam com 2,5cm. Os machos são menores e alcançam até 3,5cm. Entretanto, os guppies machos apresentam cores muito bonitas, ao contrário das fêmeas, que são pouco coloridas. Outra característica bastante importante é que os guppies apresentam uma grande variedade quanto à nadadeira caudal, dos mais diversos formatos. São peixes muito ativos e cheios de vida, nadando a todo o momento.

Criação de tilápias, de resolução de problema ambiental à principal atividade comercial

A piscicultura é uma atividade muito antiga, os chineses já a praticavam há vários séculos antes de Cristo. A criação de espécies exóticas, como a carpa, a tilápia e a truta a de espécies nativas, como o pacu e o tambaqui, vêm crescendo a cada dia.

Reprodução de cavalos

Nestas duas últimas décadas, o estudo da reprodução na espécie eqüina evoluiu sobremaneira com o advento da prostaglandina, da Inseminação Artificial (I.A.), da ultrassonografia e da transferência de embriões. O advento das prostaglandinas fez uma verdadeira revolução no arsenal ginecológico veterinário.

Técnicas que proporcionam maior eficiência na reprodução de cavalos

No Brasil, há mais de 1 milhão de cavalos de raça registrados, e um número grande de animais mestiços sem registro, servindo aos mais diferentes propósitos. Devido a sua importância na prática de diversos esportes, na equitação, lazer e equoterapia, e não mais apenas no transporte ou tração animal, percebeu-se o crescimento mundial da equideocultura nos últimos anos.

Reprodução de cavalos: comportamento da égua e regras de higiene da monta

Nos mamíferos, com exceção dos primatas, a fêmea só aceita o acasalamento no período do cio ou estro. Essa fase do ciclo dura, em média, sete dias, variando o período no decorrer da estação de monta, sendo mais longo no início da primavera, diminuindo nos meses de dezembro e janeiro. A maioria das éguas para de ciclar durante as estações de outono-inverno, quando a luminosidade diária diminui. Esse período é chamado de Anestro estacional. Os ovários se tornam inativos, uma vez que lhes faltam os estímulos oriundos da hipófise.

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