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Carpa japonesa comum: reprodução natural em viveiro

A carpa japonesa comum atinge a maturidade sexual com um ano de vida, mas, para a produção comercial, é recomendado fêmeas com pelo menos quatro anos e machos a partir de dois anos

Carpa japonesa comum: reprodução natural em viveiro   Artigos Cursos CPT

 

A carpa japonesa comum atinge a maturidade sexual com um ano de vida, mas, para a produção comercial, é recomendado utilizar fêmeas com pelo menos quatro anos, e machos a partir de dois anos de vida. “Isso é importante para obter gametas vigorosos e em maior quantidade, o que resultará em maior número de alevinos com maior potencial de desenvolvimento”, afirma Manoel Braz, professor do Curso a Distância CPT, Produção de Alevinos, em Livro+DVD e Curso Online.

Para o alastramento, é recomendado adotar uma relação de dois machos para cada fêmea, e uma densidade de um peixe para cada dois metros quadrados de espelho d’água, no máximo. Sendo assim, em um pequeno viveiro de 300 m2, por exemplo, é possível colocar 150 matrizes. Como são dois machos para cada fêmea, conclui-se que esse viveiro poderá receber 100 machos e 50 fêmeas.

As condições ideais de temperatura para desova são: 23ºC a 24ºC, o que geralmente acontece no período de setembro a março, na maioria das regiões brasileiras.

As matrizes devem ser colocadas em um viveiro sem nenhuma estrutura flutuante disponível. Ao observarmos que as fêmeas estão ovadas, ou seja, estão com o abdômen bastante volumoso, introduzimos no viveiro o aguapé ou material sintético em aproximadamente 20% da sua área inundada. Esse procedimento deverá ser feito nas primeiras horas do dia. Então ocorrerá a formação dos casais e logo irá ocorrer a ovulação e fecundação dos ovos que ficarão aderidos ao meio físico (raízes das plantas ou fibras sintéticas) por meio de uma substância adesiva que possuem.

À medida que vai ocorrendo a reprodução, retiramos o substrato com ovos e os levamos para um local protegido, novos substratos deverão ser colocados e o processo continua até que os casais cessem a atividade reprodutiva. Os ovos com substrato deverão ser retirados e levados para outro viveiro com as mesmas condições de temperatura da água, pH, turbidez etc. Esse processo é imprescindível, pois, se não forem transferidos, os peixes comerão os ovos. O ambiente para onde os aguapés ou fibras sintéticas contendo os ovos serão colocados deverá ser isento de qualquer tipo de predador. Além disso, deverá ter boa disponibilidade de alimentos naturais (plâncton) para nutrir as larvas após a eclosão.

A recomendação é preparar o viveiro para a larvicultura das carpas uma semana antes da desova, fazendo a aplicação de calcário e adubo. Nesse período, os microrganismos do plâncton irão se desenvolver e predadores como odonatas (libélulas) não teriam tempo de se crescer a ponto de atacarem as larvas. Dois a três dias após a eclosão, deve-se iniciar o trato com ração farelada que deverá ser fornecida várias vezes ao dia.

Aprimore seus conhecimentos sobre o assunto. Leia a(s) matéria(s) a seguir:


- Reprodução de tilápia em viveiro: saiba mais sobre o assunto
- Produção de alevinos: como desinfetar o viveiro de manutenção

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Por Silvana Teixeira.

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