Plantio de eucalipto é tema de seminário no DF

Árvore possui grande aplicação econômica e ambiental

 

 A integração lavoura-pecuária-floresta é um sistema sustentável de produção agrícola.

A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realiza um seminário no próximo dia 31 de julho, às 8 horas, na sede da instituição, para discutir o plantio de eucalipto no país. A planta possui grande importância comercial, com alta produtividade e grande aplicação em diversos setores da economia. O evento conta com a participação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O seminário pretende incentivar o plantio do eucalipto e deve discutir diferentes aspectos econômicos, como as técnicas de plantio, o mercado consumidor e práticas como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Esse último tema será mediado pelo coordenador técnico do Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), Elvison Nunes Ramos.

Elvison afirmou que, apesar de ainda haver certa resistência por parte de alguns agricultores, a implantação de sistemas de integração já é uma realidade da agricultura brasileira. O Programa ABC oferece linhas de crédito exclusivas para produtores que desejam implantar práticas sustentáveis como a ILPF na propriedade.

O eucalipto possui diversas aplicações comerciais, como a fabricação de papel, celulose, carvão vegetal e madeira para serem usados em diversos setores da indústria. O plantio ainda ajuda na captação de gás carbônico da atmosfera. Mais informações sobre o seminário são obtidas pelo telefone (61) 3242-9600. As inscrições são gratuitas.

Por: Maria Clara Corsino.

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Comentários

nunesmauri

10 de mai de 2014

Informações como plantar

Resposta do Portal Cursos CPT

14 de mai de 2014

Olá, Nunes!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

1º: Defina o local de plantio e traçe o planejamento. Recomendamos sempre o acompanhamento de um Engenheiro Florestal ou Técnico Florestal, com conhecimento especifico na área de eucaliptocultura;

2º: Defina a espécie a ser plantada, de acordo com as opções de uso da madeira;

3º: Divida a área em glebas/talhões, para facilitar os manejos e assegurar contra queimadas, e quando necessário deve-se fazer curvas de nível.

4º: Colha amostras do solo, para se conhecer sua fertilidade natural e as necessidades futuras de adubações, a fim de garantir uma boa produtividade. Deve se recolher amostras em vários pontos do terreno e enviar para análise em laboratório.

5º: De acordo com o resultado da análise do solo, deve-se efetuar a calagem respeitando a quantidade solicitada. Recomenda-se aplicar o calcário pelo menos 45 dias antes do plantio.

6º: O controle de cupins e das formigas cortadeiras, saúvas e quenquéns, deve ser feito em toda propriedade, e até cinquenta metros além das divisas da área plantada. O controle deve ser feito antes, durante e até a colheita, porém, como as formigas tem preferência pelo ataque de folhas novas e tenras, os cuidados durante os primeiros dias e semanas do plantio devem ser redobrados.

7º: O herbicida deve ser aplicado 48 horas antes da subsolagem.

8º: A definição do espaçamento esta diretamente relacionado para qual finalidade deseja comercializar a madeira e qual o tempo que o silvicultor esta disposto a esperar para efetuar o corte.
O espaçamento 3m x 2m é o mais utilizado, entretanto, nos últimos anos vem crescendo bastante os plantios mais adensados, uma vez, que dependendo do espaçamento, o silvicultor pode realizar o corte a partir do terceiro ano. É importante frisar que também no plantio adensado pode se realizar vários desbastes, proporcionando renda antecipada para o silvicultor, e ainda tem a opção de manejar 20% a 30% da população com a finalidade de formar tora, visando a venda da madeira para serrarias, proporcionando ao silvicultor uma maior rentabilidade.

9º: Plantio direto, ou seja, utiliza-se o subsolador /sulcador, somente nas linhas de plantio. A subsolagem deve ser feita sempre após a aplicação do herbicida.

10º: Durante o plantio deve-se tomar cuidado para não ocorrer o afogamento de coleto, que é o soterramento excessivo do caule da muda, pois, tal ocorrência pode causar a morte da planta até 18 meses após o plantio.

11º: A adubação de plantio, pode ser feita no momento em que se passa o sulcador, porém, neste caso utiliza-se mais adubos, e por esse motivo, hoje é mais comum fazer a adubação direta por planta, de acordo com a analise do solo, distribui-se a quantidade especificada pela assessória técnica, dividido em duas porções, distribuídas a aproximadamente de 10 a 15 cm de cada lado da planta, neste caso a adubação deve ser feita no máximo até o décimo dia após o plantio.

Recomenda-se na adubação de plantio priorizar o (P)Fósforo, que é o nutriente que estimula o enraizamento, por isso normalmente a formula mais utilizada é o 06(N) - 30(P) - 06(K). Em hipótese alguma, se deve esquecer dos micronutrientes, por isso, é indicado realizar a analise do solo e orientar-se sempre com um Engenheiro Florestal ou Técnico Florestal com conhecimento especifico na área de Eucaliptocultura, visando assim, suprir toda deficiência nutricional do solo.

12º: Recomenda-se fazer pelo menos três adubações de cobertura, sendo:

1ª - Primeira adubação de cobertura; entre o 2º e 3º mês após o plantio, deve-se distribuir a quantidade indicada pela recomendação técnica, dividido em duas porções , que devem ser distribuídas no mínimo a 20 cm de cada lado da planta ou fazer a aplicação de acordo com a projeção da copa da planta.

2ª - Segunda adução de cobertura; entre 6º e o 12º. mês, , deve-se distribuir a quantidade indicada pela recomendação técnica, dividido em duas porções , que devem ser distribuídas na projeção da copa da planta.

3º - Terceira adubação de cobertura; entre o 12º. e o 18º mês, , deve-se distribuir a quantidade indicada pela recomendação técnica, que devem ser distribuídas dentro do sulco na linha de plantio.
Recomenda-se na 1ª, 2ª e 3ª adubação de cobertura, focar (N)Nitrogênio e o (K)Potásio, nestas etapas também não se deve esquecer em hipótese alguma dos micronutrientes.

Após a adubação de base e as 3 adubações de cobertura, é recomendado fazer analise foliar, para identificar possíveis deficiências nutricionais da planta, e se necessário fazer uma quarta adubação de cobertura, lembrando que, é de fundamental importância orientar-se sempre com um Engenheiro Florestal ou Técnico Florestal com conhecimento especifico na área de Eucaliptocultura.

Fonte: Avam Flora

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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