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Negócio rural: recuperação de florestas

Com as novas técnicas para acelerar o processo de recuperação de florestas, é possível fazer dessa atividade um negócio

Floresta

O meio rural permite ao proprietário uma variedade extensa de possibilidades com a sua propriedade. Agricultura, pecuária e turismo rural são algumas das áreas de sucesso mais conhecidas nas quais uma propriedade pode se inserir. Porém, também há outras opções igualmente vantajosas, mas pouco conhecidas.

Sebastião Venâncio, professor do Curso a Distância CPT Restauração Florestal em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal, explica que em decorrência dos problemas como o efeito estufa, a escassez de água e as mudanças climáticas a aplicação da legislação sobre Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal em propriedades rurais tem sido cada vez mais cobrada. Como parte dessas áreas já estão degradadas, trabalhar com a recuperação de florestas pode ser um excelente negócio.

Esse trabalho é delicado, ainda que haja caminhos para tornar esse processo mais simples e barato. De acordo com o Novo Código Florestal, essa é uma das etapas após o cadastramento de propriedades rurais.

Em São Paulo, por exemplo, há milhares de hectares com terras ruins para a agricultura, com morros e pedras, onde o fogo já consumiu a vegetação nativa. Com extensões quase do tamanho do estado do Rio de Janeiro e do Espírito Santo juntos, esses terrenos são pobres para a agricultura, mas são ideais para florestas.

Com algumas técnicas aplicada pelo laboratório de ecologia e restauração da Escola de Agricultura da Universidade de São Paulo (Esalq), como o cercamento de terras, em algumas áreas de uma fazenda do estado, a vegetação voltou sozinha, ao passo que em outras foi preciso plantar.

Novas técnicas

Os conceitos de plantas pioneiras, que são as que crescem mais rápido, e plantas não pioneiras, as que chegam depois era muito utilizado para o reflorestamento, mas eles foram ampliados pela Esalq. Além das pioneiras, o solo também está coberto por feijão guando, gergelim e crolatária, em ums espécie de “adubação verde”. Essas espécies atuam no enriquecimento do solo, sendo mais rápidas que as nativas pioneiras.

Tanto as pioneiras quanto as adubadoras verdes são plantadas ao mesmo tempo, com o plantio posterior das espécies mais lentas, que enriquecem a mata. Com essa técnica, em aproximadamente 2 anos a floresta começa a ganhar corpo, chegando a um bosque forte em 5 anos.

Plantio direto

A técnica clássica do plantio direto, utilizada na agricultura, também pode ser utilizada na recuperação florestal. Existem plantadeiras que servem para soja, milho e também para espécies nativas. Em uma linha, planta-se sementes arbóreas nativas e, na outra, adubação verde. Essa técnica também diminui o custo em mais da metade e também reduz a manutenção.

 


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Restauração Florestal em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal
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Fonte: Globo Rural – g1.globo.com
por Renato Rodrigues

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