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Dicas para usar o português no dia a dia

Alguns erros são comuns, mas fáceis de serem corrigidos de acordo com a gramática

Estudo - imagem ilustrativa

Rozimar Ferreira, professora do Curso CPT Português para o Dia a Dia, questiona: você sabia que a Língua Portuguesa é um dos idiomas mais falados do mundo, com mais de 220 milhões de adeptos? No entanto, para que a comunicação seja precisa em alguns contextos, é essencial o uso correto da língua. Por isso, para alguns, conhecer sua estrutura e normas é mais que um diferencial: é uma necessidade!

Frequentemente nos deparamos com situações formais, nas quais é necessário comunicar-se de acordo com a norma gramatical da língua portuguesa. O fato de que cada grupo de falantes possui sua “própria língua” não os isenta de precisar usar a gramática para comunicar-se em contextos mais formais.

Contudo, nossa língua possui uma gramática considerada ainda, para muitos, como uma caixinha de surpresas, pois ela possui muitas regras e exceções, o que amplia a dificuldade dos falantes em utilizá-la de forma adequada a todo o tempo.

Confira a seguir algumas dicas para não escorregar no português no seu dia a dia:

Para mim fazer ou para eu fazer?

Com certeza você deve estar respondendo na sua cabeça “mim não conjuga verbo”. Bom, nesse caso não há verbo conjugado, apenas no infinitivo. Há problema com as duas orações: na primeira, “para mim fazer”, o mim assume função de sujeito da oração, o que não está correto pelo fato de que ele é um pronome pessoal oblíquo; na segunda, há um problema com o modo, sendo o correto dizer “para que eu faça”, no presente do subjuntivo.

Meio ou meia?

Muitas pessoas têm o costumo de dizer “a roupa esta meia suja”, “estou meia cansada”, quando o correto seria, nos dois casos, utilizar o “meio”. Então “meia” não existe? Sim, e será utilizada quando for um numeral fracionário e concordar com uma palavra feminina: meia garrafa, meia-noite, meia porção; no caso de “a roupa está meio suja”, temos “meio” como um advérbio de intensidade, acompanhado de um adjetivo que, por mais que seja feminino, não o flexiona em gênero.

Trago ou trazido?

Nesse caso, a resposta é simples: usa-se “trago” para os verbos “trazer” e “tragar”, no presente do indicativo e na primeira pessoa do singular em ambos. Trazido é o particípio do verbo “trazer”, utilizado em construções como “se eu tivesse trazido guarda-chuva, não teria me molhado”.

Pego ou pegado?

“Eu deveria ter pego o outro ônibus” ou “Eu deveria ter pegado o outro ônibus”? As duas formas estão corretas! O verbo “pegar”, assim como “aceitar”, “entregar”, “ganhar”, “acender”, “exprimir” e vários outros, são chamados de verbos abundantes, isto é, são verbos que possuem duas formas de particípio, uma regular e uma irregular.

São uma hora da tarde ou é uma hora da tarde?

As horas, expressas em números, exigem concordância do verbo com a quantidade. Logo, “é uma hora da tarde”, “são três e quarenta e cinco da madrugada”. Ao trocar “doze horas” por meio-dia ou meia-noite, lembre-se de utilizar o singular “é meio-dia”, “é meia-noite”.

Faz dois dias ou fazem dois dias?

Quando o verbo fazer se refere a tempo decorrido ou indica fenômeno atmosférico, apresenta-se como verbo impessoal, sem sujeito, devendo ser conjugado apenas na terceira pessoa do singular. Assim, é correto dizer: “faz dois dias que espero por aquela encomenda”.

Seja ou seje? Menos ou menas?

Essa dica é mais fácil, pois “seje” e “menas” são duas palavras que não existem na língua portuguesa. Em TODOS os casos, use “seja” e “menos”: “Seja esperto e erre menos coisas estudando essas dicas”.

 


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Fonte: Dicas de Português – portugues.com.br
por Renato Rodrigues

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