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Brasil se isola dos acordos mundiais de comércio

Por questões ideológicas e políticas, o atual governo tem se posicionado de forma que prejudica, e muito, o nosso crescimento econômico

Grandes transformações estão acontecendo no cenário mundial e o Brasil tem de estar preparado para tirar, delas, o melhor proveito

 

O Brasil é um País competitivo por excelência, principalmente no setor do agronegócio. Por possuir terras cultiváveis e abundância de água, em grande parte de sua extensão territorial, somos capazes de produzir em grande escala, suprindo o mercado interno e também o mercado externo com os nossos produtos agropecuários.

No entanto, é fato afirmar que o País tem muito a aprender no que diz respeito à comercialização dos nossos produtos e à nossa forma de comércio exterior, que encontra-se estagnada. Por questões ideológicas e políticas, o atual governo tem se posicionado de forma que prejudica, e muito, o nosso crescimento econômico.

Para se ter uma ideia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crecimento de 3% para o Brasil em 2013, índice inferior à previsão feita para o México (3,4%) e Chile (5,1%).

As oportunidades estão surgindo e o país tem de expandir suas fronteiras comerciais, firmando melhores parcerias com outros países

As oportunidades estão surgindo e o País tem de expandir suas fronteiras comerciais, firmando melhores parcerias com outros países 

Grandes transformações estão acontecendo no cenário mundial e o Brasil tem de estar preparado para tirar, delas, o melhor proveito. As oportunidades estão surgindo e o País tem de expandir suas fronteiras comerciais e não se amarrar ao Mercosul, firmando melhores parcerias com outros países espelhando-se, por exemplo, ao Chile e ao México, países que vêm se despontando comercialmente na América Latina.

O Chile, devido à estrutura diversificada de seu comércio internacional, adotou uma política exterior, nos últimos anos, que tem buscado transformar o País em um sócio relevante para os Estados Unidos, seja por meio de sua integração ao NAFTA - Tratado de Livre Comércio da América do Norte, ou por meio de um acordo bilateral com aquela potência, assim como tratar de manter o País como um exemplo de modelo econômico aos olhos dos Estados Unidos.

O México, por sua vez, símbolo da mudança, tem a ambição de fazer de sua política exterior uma das chaves para o futuro bem sucedido do País, assim como para a cooperação e a estabilidade em todo o hemisfério. Para alcançar tal objetivo aliou-se estratégicamente aos Estados Unidos e ao Canadá, também por meio de sua integração ao NAFTA.

Desfazer certas amarras e negociar diretamente com a União Europeia ou com os Estados Unidos é a opção mais viável para alavancar nossas exportações. Mas, isto não tem acontecido. Por que motivo? A resposta à essa pergunta é bem simples: pelo fato de o Brasil estar preso ao Mercosul. Falta ao Brasil criar autonomia, desprendendo-se da Argentina, que infelizmente tem adotado políticas que levam ao fechamento de sua economia e ao Mercosul.

A Argentina, apesar de ser um grande importador de produtos manufaturados do Brasil, não está disposta a participar dos grandes acontecimentos internacionais e o Brasil não pode ficar à sua mercê, prisioneiro de uma sub-região que se recusa a negociar e firmar acordos.

Resta ao Brasil firmar o maior número de acordos de comércios

Resta ao Brasil firmar o maior número de acordos de comércios

Negociando com o bloco europeu, o Brasil abriria portas para mercados importantes, sobretudo no agronegócio. Fazendo outros acordos, não mais priorizando apenas o Mercosul como de fato temos feito, nossas vantagens competitivas aumentariam, tirando o Brasil de situações como ter de exportar seus produtos para mercados onde os seus concorrentes têm vantagens como acesso preferencial e tarifas mais baixas.

Mas, infelizmente, nossos problemas não param por aí. Fator de grande relevância, já anunciado, e que deve ser levado em consideração é o da mega união entre a União Europeia e os Estados Unidos. Essa união irá afetar negativamente países como o Brasil, uma vez que a UE vai abrir aos EUA, grande concorrente brasileiro em exportações agropecuárias, o seu mercado, deixando o Brasil de fora justamente por não ter feito uma negociação com o bloco europeu, por estar amarrado à Argentina.

O Brasil não pode estar fora dos grandes mercados consumidores. Um acordo como esse da UE e EUA irá constituir uma grande zona de comércio pautando padrões e regras de altíssimos níveis que deverá ser seguido à risca, pelos países que quiserem exportar seus produtos.

Negociando um acordo com o bloco europeu, o Brasil abriria portas para mercados importantes, sobretudo no agronegócio

Negociando um acordo com o bloco europeu, o Brasil abriria portas para mercados importantes, sobretudo no agronegócio

Portanto, resta ao Brasil firmar o maior número de acordos de comércios. Se fecharmos um acordo com a UE, que está disposta a isto, teremos acesso ao mercado europeu; com o Canadá, que também anseia por isto, teremos acesso ao NAFTA que inclui, também, os EUA e o México. Não apenas estes, mas também acordos que estão se fazendo na Ásia e a Transpacífica, que propõe a criação de uma zona de comércio entre a Ásia e as Américas, na qual devem participar México, Colômbia, Peru, Chile, Austrália, Malásia, Vietnã, Cingapura, Nova Zelândia, Brunei, Canadá Japão e Coreia. Todos esses países estão se voltando para o Pacífico e o Brasil, por não firmar acordos estratégicos e não negociar nossa entrada nesses comércios, está navegando em águas contrárias, nos isolando no Atlântico Sul, cujo comércio não conta com uma área expressiva.

Os acordos estão sendo realizados e, apesar de o Brasil possuir bons negociadores, falta-nos que o atual governo mude sua política e adote medidas que propiciem o nosso crescimento econômico. Não estamos negociando, não estamos participando e nos encaixando nas regionalizações comerciais. Estamos ficando de fora das negociações e isso só acarretará em atrasos e prejuízos ao país.


Por Silvana Teixeira

Fontes:

G1
Revista Globo Rural
Revista Brasileira de Política Internacional
ig economia
América Economia

 

 

 

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