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Contas a receber e inadimplência - administração financeira na pequena empresa

A principal função da administração de contas a receber é estabelecer uma política de crédito dentro da empresa, que esteja ajustada à disponibilidade de capital de giro e também às necessidades de financiamento do cliente. O controle ideal de recebimentos ajusta as possibilidades internas (capital de giro) às solicitações externas (clientes). Realizar uma administração da carteira de contas a receber é estabelecer uma política de crédito dentro da empresa. Para que uma empresa possa implantar uma política de crédito que não comprometa o seu capital de giro, ela necessita dos elementos fundamentais que dão suporte à política: o desenvolvimento de fontes de informações e os métodos de análise destas.

Como se estrutura um conto infantil

A estrutura do conto é também um fator importante. Existem ótimos contos modernos que não correspondem à estrutura tradicional (introdução, desenvolvimento, clímax e conclusão), com sequências cronológicas, porém, ao menos no começo, é preferível escolher contos que tenham essa estrutura tradicional, até que o contador tenha pleno domínio técnico da narração, para constituir o ritmo e as marcações próprios de um conto moderno. A palavra conto é aqui utilizada em sentido amplo: conto, relato, mito, lenda, fábula, crônica.

Flanelógrafo - ferramenta para a contação de histórias e educação infantil

A história contada existe desde que o mundo é mundo e até hoje agrada as crianças. Saber contar uma história é, sem dúvida alguma, uma arte e, no desenvolvimento desta arte, o contador deverá ter domínio da oralidade expressiva. Uma história bem contada envolve as crianças, capturando sua atenção e fazendo com que entrem no mundo dos contos e da fantasia. Neste momento, elas descobrem palavras novas, deparam-se com a música e com a sonoridade das frases, dos nomes, captam o ritmo do conto, fluindo como uma canção. Ao contar uma história, o contador tem de criar o clima, dar as pausas constantes para o imaginário da criança construir seu cenário, visualizar os seus monstros, criar os seus dragões, adentrar pela sua floresta, vestir a princesa com a roupa que está inventando, pensar na cara do rei e tantas coisas mais. E para que tudo isso seja possível, de forma otimizada, nada melhor que fazer uso de um mecanismo eficiente na contação de histórias: o flanelógrafo.

Preparação, montagem e narração do conto infantil

Uma vez escolhido o conto, passamos ao trabalho de preparação. Primeiramente, deve ser feita a análise, o que facilitará a aprendizagem. A primeira leitura deve ser rápida, do princípio ao fim. Com essa primeira leitura, devemos ter capacidade para fazer um resumo limitado só ao eixo central: Onde está o clímax? Quais são os personagens principais? Em que ambiente se desenvolve a ação? Por fim, se o conto for complexo, convém separar as diferentes sequências.

Copa do Mundo 2018: dicas para receber os amigos

A cada partida da seleção brasileira, não conseguimos conter nossas emoções - ora dançamos, ora narramos as jogadas. Já passamos por vários adversários difíceis e vamos para as quartas de final com o coração a mil. A disputa pelo troféu está cada vez mais acirrada. Mas como tornar esses momentos ainda mais marcantes? Reunindo os amigos para assistirem aos jogos conosco!

Contação de histórias - seleção do conto

O trabalho de pesquisa é o que toma mais tempo e dedicação do contador de histórias. Existem muitas variantes da escolha do conto, das quais é preciso cuidar: o gosto pessoal, a idade das crianças, o espaço, entre outros. Por isso, elementos como: motivação das crianças, adequação do conto, mensagem do conto e credibilidade da história são fundamentais.

Educação infantil - a narração oral na contação de histórias

Contar histórias não é só narrar contos, no sentido restrito do termo. É também narrar fábulas, lendas, mitos, capítulos de novelas e romances, desde que apresentem uma estrutura sequencial completa. A narração oral tem o poder de evocar emoções, de transportar a imaginação, de tornar real a fantasia. É uma arte que se conserva viva, à medida que viabiliza pela palavra, em sua condição mais simples, a oralidade e a memória do mundo.

Como receber convidados em sua casa

O estilo da reunião que você fará depende da união de alguns fatores, como sua personalidade, o orçamento, o motivo da recepção, o tempo, o local e, como é óbvio, dos convidados. Quando o anfitrião sabe selecionar os convidados e adequar a festa à personalidade e ao estilo de vida deles, o sucesso é garantido. Portanto, se você receber pessoas mais simples em sua casa, lembre-se de que, para elas se sentirem à vontade, é preciso que tudo esteja dentro dos padrões a que estão acostumadas.

Como receber em casa: o que servir para os convidados

Ao se programar qualquer evento, sempre chega a hora de se perguntar: o que servir? Para responder, é preciso considerar o tipo de reunião, o clima, o horário e a duração do evento, bem como a sua disponibilidade, porém, o que determina basicamente a sua escolha será a definição quanto ao caráter formal ou informal da reunião. Refeições típicas de determinado país ou região sempre resolvem problemas de quem tem dificuldade para escolher o cardápio, pois, geralmente, já são tradicionalmente esquematizadas.

Como contar histórias? Com gestos, entonação de voz e caras e bocas!

Contar uma boa história, de forma que ela permaneça viva nas lembranças das crianças, não é apenas proferir algumas palavras. Contar uma boa história é uma arte e deverá vir acompanhada de sons, gestos, movimentos e olhares. Quando a contação é bem feita, as crianças mergulham na fantasia e lá criam cenários, personagens, enfim, um mundo só delas, um lugar onde podem praticar as mais variadas aventuras, assumindo os personagens que quiserem. Portanto, fatores como o olhar, a entonação de voz, o tempo da contação e o bom diálogo são fundamentais para o sucesso da contação de histórias.

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