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Esgoto pode ser tratado com bambu

Além da purificação dos efluentes, o bambu também é aproveitado para a produção de bens de alto valor agregado e geração de emprego e renda

A plantação de bambu gera uma cobertura de raízes sobre o solo, que desempenha papel de “peneira biológica”.

Por meio de uma pesquisa desenvolvida há três anos, na UFG - Universidade Federal de Goiás, abre-se mais uma oportunidade para tratamento de efluentes industriais e domésticos, com o objetivo de proteger os corpos hídricos. De acordo com os estudos, o bambu demonstrou ser bastante eficiente, indo para além do convencional.

Plantas são utilizadas com esse fim em várias partes do Brasil e do mundo. A purificação dos efluentes é dada pela raiz de várias espécies vegetais. Porém, com o bambu abre-se mais uma possibilidade: o aproveitamento do material para a produção de bens de alto valor agregado e geração de emprego e renda.

O princípio da pesquisa é a análise do comportamento do bambu na disposição final do esgoto já tratado. O que os engenheiros responsáveis descobriram, foi que a plantação de bambu gera uma cobertura de raízes sobre o solo, que acaba desempenhando o papel de “peneira biológica”. É esse conjunto, solo e raízes, que é responsável pela purificação dos efluentes.

Livrar os efluentes das impurezas é umas das principais preocupações das universidades, engenheiros e instituições de pesquisa. Segundo o professor  e doutor em hidrologia, Paulo Santanna e Castro, no cursos Recuperação e Conservação de Nascentes, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “é comum, nas áreas urbanas e nas fazendas, as redes de esgotos e de dejetos animais lançarem seus produtos diretamente nos cursos d’água, sem que esses tenham passado por nenhum tipo de tratamento. Em curto prazo, inevitavelmente, a água atingirá um elevado grau de contaminação, impossibilitando o seu consumo por pessoas e animais”.

Os resultados preliminares da pesquisa já atendem à Resolução 357 do Conama – Conselho Nacional de Meio Ambiente. O Ministério da Saúde, para o tratamento de efluentes, recomenda o uso de fossa ou tanque séptico, onde fica depositada a parte sólida do esgoto, e o sumidouro, geralmente o solo. Com a introdução de raízes, o sumidouro torna-se mais eficaz, pois a parte líquida vai para o bambuzal e a sólida fica no tanque séptico.

Por: Ariádine Morgan

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