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Nutrição bovina: qual a melhor forma para o manejo do pasto e da pastagem?

Várias estratégias podem ser utilizadas no manejo de pastagem, visando melhorar o aproveitamento dos nutrientes pelos animais provenientes da forragem

Nutrição bovina: qual a melhor forma para o manejo do pasto e da pastagem?

Diversas estratégias podem ser empregadas no manejo de pastagem, com o objetivo de aprimorar a utilização dos nutrientes pelos animais provenientes da forragem, explica a Prof.ª Dr.ª Taiane Martins, do Curso CPT Nutrição e Alimentação de Bovino de Corte.

As formas eficazes de realizar o manejo do pasto e da pastagem são:

Fornecer condição adequada de adubação, calagem e irrigação.
Escolher a espécie forrageira adequada para que a planta se desenvolva e consiga fornecer os nutrientes necessários para os animais.
Irrigação, consórcio, renovação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária.
Diferir um pasto, separar em piquetes, utilizar pastejo rotacionado ou contínuo.
Manejo do pastejo para qualidade e quantidade.
Suplementação estratégica, principalmente na época seca do ano.
Análise do solo para correções.


Etapas da análise do solo.

Na relação planta-animal, a forragem produzida deve ser igual à consumida. Cabe aos técnicos observar e manejar de forma adequada a pastagem para mantê-la saudável e ao mesmo tempo ofertá-la ao animal com alto valor nutricional.

Além desses fatores, pode se utilizado também o pastejo rotacionado com determinado número de animais no piquete. Dessa forma, evita-se a degradação da planta e do solo e eleva o desempenho do animal.


Pastejo rotacionado:

A pastagem é dividida em piquetes submetidos a períodos controlados de ocupação e de descanso.

 Espécie – período de descanso:

• Brachiaria decumbens - 32 dias
• Brachiaria brizanthacv. Marandu - 35 dias
• Pennisetum purpureumcv. Napier - 42 a 45 dias
• Panicum maximumcv. Tanzânia - 32 dias
• Panicum maximumcv. Mombaça - 28 a 30 dias
• Grama-estrela - 21 a 28 dias

Vantagens e desvantagens da utilização do pastejo rotacionado:

Vantagens: maior controle do pastejo; menor seletividade; maior eficiência de pastejo; conservação do excedente da produção; distribuição de excrementos mais uniforme.

Desvantagens: maior custo; maior variação na qualidade da forragem; maior exigência em manejo.


Pastejo contínuo:
Neste tipo de pastejo, os animais têm acesso irrestrito a toda área de pastejo por um período longo.

São grandes áreas de sistemas extensivos, de facilidade operacional. Podem ser de lotação fixa ou lotação variável.

Vantagens e desvantagens da utilização do pastejo contínuo:

Vantagens: baixo custo; dieta de melhor qualidade; maior desempenho animal; pouca decisão de manejo.
Desvantagens: pastejo desuniforme; distribuição irregular de excrementos; menor capacidade de suporte; menor persistência de espécies sensíveis à desfolhação.

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Por: Thiago de Faria

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