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Inspeção e palpação da boca de gatos. Como fazer?

O exame se inicia com a inspeção da parte externa da boca para verificar a presença de úlceras ou erosões labiais. Depois, observa-se toda a gengiva em ambos os lados da boca do gato

Inspeção e palpação da boca de gatos. Como fazer?   Artigos CPT

Ao iniciar a inspeção e palpação da boca de felinos, o Veterinário deve conter previamente o animal para que o exame seja feito de forma rápida, precisa e eficiente, minimizando o estresse para o animal e os riscos para o examinador. “O exame se inicia com a inspeção da parte externa da boca do gato para verificar a presença de úlceras ou erosões labiais. Em um segundo momento, utiliza-se o dedo indicador e o polegar, posicionando-os atrás dos caninos para fazer o levantamento labial e observar toda a gengiva em ambos os lados”, explica Gustavo Carvalho Cobucci, Professor do Curso CPT Semiologia Veterinária.

Observação da gengiva do felino Artigos CPT

Foto: Observação da gengiva do felino


O médico deve palpar as bochechas e observar se há alguma alteração periodontal também nos dentes dos felinos. Em seguida, examina-se a parte interna da boca, colocando o dedo indicador e o polegar por trás dos caninos e fazer uma leve pressão, inserindo o dedo indicador da outra mão na parte de baixo da boca para abri-la.

É necessário fazer a inspeção visual de toda a parte interna da boca, observando se há úlceras ou massas até a região onde se inicia a laringe. É importante verificar a língua, se está em sua coloração normal, denominada normocorada, e se as papilas estão sem alterações. Caso haja necessidade de visualizar com maior rigor a faringe e a entrada do esôfago devido à presença de algum corpo estranho, só se deve fazê-lo com o animal sedado e, no caso dos felinos, é melhor examinar essa região estando o animal anestesiado, uma vez que o exame exige abertura maior da cavidade oral e o uso de instrumentos: lanternas, abaixadores de língua, etc.

O exame físico de inspeção e palpação da boca de cães e gatos é relativamente simples, mas isso não impede que o médico observe uma série de alterações que possam estar acometendo a cavidade oral de cães e gatos.

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Por Silvana Teixeira.

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