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Centro de fisioterapia e reabilitação animal: estruturas físicas

Em projetos arquitetônicos de centros de reabilitação animal alguns aspectos estruturais devem estar contidos. Somente assim, serão considerados qualificados para o atendimento aos pacientes internos

Centro de fisioterapia e reabilitação animal: estruturas físicas   Artigos CPT

Ana Carolina Silva Faria, professora do Curso CPT Fisioterapia e Reabilitação Animal, explica que “Em projetos arquitetônicos de centros de reabilitação animal alguns aspectos estruturais devem estar contidos. Somente assim, serão considerados qualificados para o atendimento aos pacientes internos”. São eles:


1. Fachada e entrada

• Rampa no mesmo nível da rua.
• Nunca deve possuir escada para acesso.
• Entrada direta para a recepção.

2. Recepção

Todo centro de reabilitação necessita ter uma recepção ampla para que possa receber proprietários e seus animais.

3. Canil

Muitas vezes os proprietários não têm tempo de levar e buscar o paciente após as sessões de fisioterapia. É comum que peçam um serviço de táxi, a amigos ou a familiares que busquem o animal no centro de reabilitação. É inviável para o médico veterinário e sua equipe o serviço de traslado dos pacientes até o centro de reabilitação. Por isso, é fundamental ter à disposição dos pacientes um canil, para que os animais possam ficar de repouso e em segurança após as sessões.

4. Consultório

O consultório deve ser um local diferenciado e localizado em separado da sala de exercícios e da sala de aparelhos fisioterápicos para que se possa fazer a avaliação dos pacientes com tranquilidade. É no consultório em que se dá o primeiro contato entre o paciente e o veterinário, onde se inicia uma relação na qual a confiança é primordial para o sucesso do tratamento.

Em um centro de reabilitação também é importante haver uma sala separada para fazer o atendimento de pacientes felinos. O atendimento de gatos no mesmo local em que realizamos o atendimento de cães é problemático tanto para os proprietários e quanto para os médicos, ainda que haja separação feita de compensados, tablados ou macas. Durante as sessões é importante que os animais estejam relaxados e tranquilos. Isso dificilmente ocorre quando cães e gatos, ou que animais de espécies diferentes, se encontram no mesmo espaço de trabalho. Oferecer uma sala exclusiva para o trabalho de fisioterapia com paciente felinos é um grande diferencial no mercado de clínicas e centros de reabilitação atualmente.

5. Sala de aparelhos

A sala de aparelhos é dedicada a animais durante as sessões de fisioterapia quando é necessário o uso desses pelos pacientes. O ideal é que a sala de aparelhos seja separada da sala de exercícios devido às características do tipo de serviço oferecido: normalmente, trata-se de um local onde o animal permanece posicionado em decúbito, frequentemente, junto ao proprietário e que exige mais silêncio e tranquilidade durante o tratamento.

6. Hidroterapia

Ter uma piscina no centro de reabilitação é, muitas vezes, um privilégio que muitos fisiatras não podem oferecer aos pacientes. Mas, a hidroterapia é uma modalidade completa de tratamento para a reabilitação dos pacientes. O ideal é oferecer uma piscina para a prática de hidroterapia. Quando isso não for possível, é essencial ter no centro de reabilitação uma hidroesteira. Tanto a piscina quanto a hidroesteira devem estar localizadas uma sala própria, em separado da sala de exercícios e da sala de aparelhos, pois não se pode correr o risco de molhar outros pacientes que não estejam destinados à hidroterapia. Isso também evita que os aparelhos recebam respingos de água.

7. Sala de secagem

De fato, a sala de secagem é um local geralmente barulhento devido ao uso se sopradores e secadores. Esse barulho não é benéfico para animais que estejam recebendo tratamento fisioterápico por meio de aparelhos, pois podem ficar estressados. Dessa forma, os animais que terminam as sessões de hidroterapia devem ser secos em uma sala própria. Recomenda-se que a sala de secagem seja separada das demais salas do centro de reabilitação.

Atenção:

O fisiatra não pode, jamais, enviar ao proprietário o paciente molhado ou úmido devido ao alto risco de adquirir doenças de pele.

8. Ambiente externo

O ambiente externo é o local destinado às sessões de cinesioterapia. Nele são dispostos objetos de trabalho que permitem o tratamento por meio de exercícios e atividades específicas. É comum que o ambiente externo possua tatames, gramas sintéticas, gramas naturais. O mais importante é que o piso empregado na estrutura seja antiderrapante. Caso não haja condição de o veterinário reservar uma área externa para a realização dos exercícios, é conveniente que reserve uma sala exclusiva para as atividades de cinesioterapia. Dessa forma, evita-se que os exercícios e brincadeiras desviem a atenção dos demais pacientes que estejam na hidroterapia ou recebendo aplicações de laserterapia, magnetoterapia, ultrassom e eletroterapia.

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

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Por Silvana Teixeira.

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