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Criação do bicho-da-seda - acasalamento, eclosão, alimentação, ecdise e limpeza da cama

A criação do bicho-da-seda inicia-se com a chegada da primavera, quando as brotações da amoreira já estão completas. Esta etapa vai até o mês de abril nas regiões mais frias e maio ou junho em regiões mais quentes. Todo programa de criação é limitado pela área de cultivo da Amoreira, pela mão de obra e pelos recursos financeiros. A elaboração de um programa, então, começa com a determinação de quantidade do bicho-da-seda a se criar, lembrando-se de que a presença de um técnico é muito importante.

Bicho-da-seda - desenvolvimento larval, limpeza da cama e manutenção dos casulos

Muitas vezes ocorre desuniformidade no desenvolvimento das lagartas na criação, podendo dificultar o manejo. As causas são as mais diversas, mas é preciso prestar atenção principalmente no último trato de cada idade (o último abastecimento antes do sono deve ser fraco), e o primeiro trato quando as lagartas acordam do sono deve ser feito somente quando a maioria das lagartas estiverem acordadas. Ao polvilhar as folhas com cal hidratada, estas ficam secas e assim as lagartas, ao acordarem do sono, não se alimentarão, aguardando o primeiro trato. Dessa maneira, o criador tenta igualar o desenvolvimento das lagartas. Se o criador não conseguir igualar as lagartas, deve separá-las em locais diferentes da esteira. Isso pode ser feito durante o sono, após o polvilhamento com cal; restando ainda lagartas acordadas, faz-se outro fornecimento de ramos e quando as lagartas subirem nos ramos, elas serão transportadas para outra parte da esteira.

Bicho-da-seda - alimentação, controle da temperatura e umidade e aplicação de cal hidratada

A colheita das folhas de amoreira deve ser feita de acordo com a idade da lagarta. Deve-se tomar o cuidado, no entanto, de não oferecer folhas amareladas ou sujas. Vale lembrar que a qualidade e a quantidade dos casulos produzidos estão diretamente relacionados com a qualidade das folhas fornecidas.

Bicho-da-seda produz, por casulo, até mil metros de seda

A sericicultura é uma arte milenar, iniciada na China há cerca de 5.000 anos, para obtenção de fios de seda. No Brasil, a introdução do bicho-da-seda seda ocorreu no estado do Rio de Janeiro, no ano de 1848. Em 1922, em Campinas, foi criada a Indústria de Seda Nacional - S.A. A partir daí, a sericicultura tornou-se uma importante atividade para a agroindústria brasileira.

Como iniciar a sericicultura

A nobreza dos tecidos de seda data de muitos anos. Durante o Império Romano, por exemplo, o valor da seda era equivalente ao do ouro. Nomeada de sericicultura, a criação de bicho-da-seda para a produção desse tipo de tecido é uma atividade que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado nacional devido à alta demanda do setor têxtil por esse produto. Leve, brilhante e macia, a seda é, ainda hoje, um dos tecidos mais nobres. Algumas das vantagens relacionadas à cultura do bicho-da-seda são a limpeza dos locais de criação e a simplicidade dos procedimentos de manejo.

Saiba um pouco mais sobre metodologia ativa

Na aprendizagem ativa, o ensino-aprendizagem não ocorre de forma passiva, com os alunos recebendo e anotando informações. Na metodologia ativa, os alunos participam ativamente das atividades, em sala de aula, o que torna a aprendizagem muito mais efetiva. Por meio dela, o professor busca meios, que potencializam a autonomia e a autodeterminação dos alunos.

Curiosidades sobre a seda: do surgimento ao Brasil

Existem muitas lendas em torno da seda, uma delas é de que foi descoberta, por acaso, por uma rainha chinesa. Segundo dizem, “quando tomava chá embaixo de uma Amoreira, nos arredores do seu palácio, um casulo caiu dentro de sua xícara de chá fervendo e soltou um fio. Assim, estava descoberta a seda”.

3 erros impraticáveis em sala de aula

Todo professor que almeja prender a atenção de seus alunos durante suas aulas, de tempos em tempos, deve suspender a explicação teórica para dar início às práticas, ou seja, atividades interessantes que façam, de fato, que os estudantes se engajem no conteúdo aplicado.

Ensino individual por módulos - atividades extras

As atividades extras nada mais são do que um conjunto de atividades elaboradas com o objetivo de sanar deficiências, ou seja, têm como objetivo proporcionar a recuperação da aprendizagem. São atividades de ensino adicionais oferecidas ao aluno que demonstrou não ter alcançado os objetivos do módulo e que precisa trabalhar novamente o conteúdo em parte ou no seu todo. Embora não precisem ter o mesmo volume de trabalho e a abrangência da fase de atividades de ensino, as atividades extras deverão ser elaboradas de forma a garantir uma revisão de todo o conteúdo do módulo, utilizando recursos tão variados quanto os usados na fase de ensino.

Metodologias ativas de ensino: nem fácil e nem difícil, apenas efetivo

Aprender pelas metodologias ativas não vai ser mais fácil ou mais difícil, apenas mais efetivo. Provavelmente, será percebido, inicialmente, como mais trabalhoso tanto para os professores como para os alunos, mas esperamos que os métodos propostos em si e os resultados que podem ser alcançados rapidamente se transformem em combustível motivador. “O envolvimento, naturalmente, vai crescer, assim como a ocorrência de bons resultados, à medida que os alunos se acostumam a aprender de forma ativa”, afirma Dr. Per Christian Braathen, professor do Curso a Distância CPT Metodologias para Aprendizagem Ativa, em Livro+DVD.

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