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7 dicas para uma intubação perfeita em cães

Após a indução anestésica, inicie a intubação do paciente em posição decúbito ventral. Em seguida, vire o animal em posição decúbito dorsal e infle o cuff para garantir 100% da patência das vias aéreas

7 dicas para uma intubação perfeita em cães     Artigos CPT

Vai fazer a sua primeira intubação canina? Então você não pode deixar de ler essas sete dicas para um procedimento perfeito. Quer saber quais são elas? pois bem, vamos lá! De acordo com Marcelo Dias da Silva, professor do Curso CPT Epidemiologia Veterinária, "é necessário, em primeiro lugar, logo após a indução anestésica, inicar o procedimento de intubação do cão em posição decúbito ventral. Em seguida, o médico veterinário deverá virar o animal em posição decúbito dorsal e, na sequência, inflar o cuff para garantir 100% da patência das vias aéreas."

Intubação do paciente Artigos CPT

Foto: Intubação do paciente.

Feito isso, como realizar o procedimento após a intubação? O que fazer para um procedimentop 100% eficaz? A resposta está nessas sete dicas abaixo:


1- Ligue o aparelho de anestesia e regule a saída de oxigênio no fluxômetro.
2- Acople a saída de gases comuns à saída da válvula inspiratória.
3- Acople as traqueias do aparelho de anestesia inalatória à sonda endotraqueal posicionada no animal para que o paciente receba oxigênio.
4- Assim que o animal retornar à função respiratória, libere Isoflurano e regule a saída de oxigênio e do agente anestésico no vaporizador.
5- Acople o aparelho de monitoração da máquina anestésica na língua do paciente.
6- Providencie a contenção do paciente na mesa de cirurgia com o uso de cordas ou outro material apropriado.
7- Feito a manutenção anestésica, finalize o correto posicionamento do paciente na mesa de cirurgia, fazendo a contenção das patas com amarraduras e dispondo os panos cirúrgicos.

Manutenção anestésica com anestesia inalatória Artigos CPT

Foto: Manutenção anestésica com anestesia inalatória Artigos CPT

O anestesista é o responsável pela autorização de início da cirurgia por meio do monitoramento do plano anestésico, sempre observando e controlando a saída de O2 e Isoflurano. Procedimentos cirúrgicos mais dolorosos exigem que o paciente seja mantido em um plano anestésico mais profundo.

Ao final da cirurgia, deve-se diminuir a quantidade de Isoflurano, fechando gradativamente o vaporizador. Ainda assim, uma camada de ar contendo isoflurano permanece acessível ao paciente por meio das traqueias e do balão de ar. Portanto, é preciso lavar o circuito para que o paciente cesse de receber o agente anestésico. A lavagem é feita utilizando-se o próprio oxigênio. Feche a saída das traqueias do equipamento e aperte o botão de saída de O2 puro para passar oxigênio por todo o circuito, cerca de 60 L por minuto.

Após lavar o circuito com oxigênio, ligue novamente o aparelho no paciente para que possa inalar o ar com baixa concentração ou concentração nula de Isoflurano. Dessa forma o animal iniciará a recuperação da anestesia gradativamente até que acorde e inicie o reflexo de deglutição.

Gostou da matéria? Quer aumentar um pouco mais seus conhecimentos sobre o assunto? Leia a(s) matéria(s) abaixo:


- Epidemiologia Descritiva na Medicina Veterinária? Sim!

Um pouco mais sobre oque encontrar no Curso CPT Epidemiologia Veterinária? Assista ao vídeo!


 

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Por Silvana Teixeira.

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