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Conheça o bicudo, pássaro com canto flauteado e gutural

O bicudo (Oryzoborus maximiliani) é um pássaro silvestre considerado nobre e recebe esse nome devido ao grande e largo bico. É um parente muito próximo do curió e, assim como ele, é excelente cantor. Atualmente existem dois tipos de bicudo: o Oryzoborus crassirostris, que pode ser encontrado no Amazonas, e o Oryzoborus crassirostris maximiliani, encontrado no Mato Grosso, em Goiás, em Minas Gerais, na Bahia, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Peixes de água doce do Brasil - Bicuda (Boulengerella maculata)

O peixe Bicuda é um peixe de escamas, com corpo alongado e roliço. Possui boca grande, pontuda e bastante dura. Sua coloração varia de espécie para espécie, normalmente, o dorso é cinza com os flancos e o ventre prateados. Em seu corpo, há também pintas pretas. Sua nadadeira dorsal está localizada na metade posterior do corpo e seu último raio, assim como na anal, é um pouco mais comprido. Já as nadadeiras pélvica e anal apresentam a margem preta e a caudal uma faixa preta nos raios medianos. O Bicuda pode atingir cerca de 1 m de comprimento total e 6 kg de peso.

Curió e bicudo: acasalamento em criatório

De acordo com Fábio Hosken, professor do Curso a Distância CPT Criação Comercial de Curiós e Bicudos, em Livro+DVD e Curso Online, "Em época de acasalamento do curió há grande atividade no criatório, e a atenção do criador deverá ser redobrada. O ninho deverá estar sempre à disposição da fêmea. É feito com uma armação de arame, na qual é encaixado um revestimento de fibra vegetal". Normalmente, faz-se um isolamento visual do ninho, com uma placa de cortiça, por exemplo, na parte externa da gaiola.

Criação de pássaros silvestres ajuda na preservação das espécies

Bicudos e curiós são aves de origem silvestre, existentes na América. No Brasil, houve a dizimação dessas espécies em habitat natural, à exceção da Amazônia, onde ainda há curiós em abundância. São muito dependentes das condições naturais de seu habitat, notadamente o bicudo, da existência de água despoluída, de capim navalha (tiririca), de veredas (pindaívas), de grandes alagados e de toda uma vegetação adequada. Isso tudo é o mínimo necessário ao processo de vida natural desses pássaros.

As cobras mais venenosas do Brasil

Classificar as serpentes mais venenosas do Brasil é um assunto um pouco complexo, pois temos de avaliar a quantidade de acidentes ofídicos, bem como as consequências do envenenamento. No entanto, quatro delas são bastante significativas, como a coral verdadeira, a cascavel, a surucucu e a jararaca. A coral verdadeira é a mais venenosa, embora cause apenas 1% dos acidentes com cobras no país. Em segundo lugar, está a cascavel; em terceiro, a surucucu pico-de-jaca; e, em quarto, a jararaca, responsável por mais de 80% dos acidentes no Brasil. Independente de seu tamanho, uma única picada de uma dessas criaturas pode ser tão letal quanto o ataque voraz de um grande carnívoro. Por outro lado, as serpentes (ou cobras) contribuem, e muito, para a medicina. O Captopril (hipertensão), isolado do veneno da jararaca, é um exemplo disso, além da cola para fins cirúrgicos. Daí a importância de se preservar as espécies, respeitando-as.

Biomas do Brasil - Cerrado

O cerrado é o segundo maior bioma brasileiro e o mais antigo de todos, com aproximadamente 65 milhões de anos. Diz-se que o ele é uma "floresta de cabeça para baixo", já que 70% de sua biomassa encontra-se dentro da terra não permitindo, segundo alguns especialistas, qualquer tipo de revitalização. Portanto, é bom que se saiba que uma vez devastado, devastado para sempre. Corresponde a uma área de 2.036.448 Km², 23,92% do território nacional, e ocupa a totalidade do Distrito Federal e parte do território da Bahia (27%). No Estado de Goiás 97%, no Maranhão 65%, no Mato Grosso 39%, no Mato Grosso do Sul 61%, em Minas Gerais 57%, no Paraná 2%, no Piauí 37%, em Rondônia 0,2%, em São Paulo 32% e em Tocantins 91%. Verdadeiro mosaico de tipos de vegetação, solo, clima e topografia bastante heterogêneos.

Biomas do Brasil - Zona de Cocais

A zona de Cocais, nome dado a este bioma devido à grande quantidade de cocais encontrados em seu território, está situada em uma área de transição entre a Caatinga e a Amazônia, o que nos permite encontrar muitas características desses dois biomas. Esta zona tem muitas formas de relevo, como a planície, as depressões, o planalto, a estrutura rochosa formada por rochas cristalinas (formada por cristais) e sedimentares. Em sua vegetação, registramos a presença de florestas dominadas por palmeiras, com folhas grandes e finas, como o buriti, oiticica, babaçu e carnaúba.

Zebuínos no Brasil - raça Nelore e Nelore Mocho

O primeiro casal de Ongole ao chegar ao Brasil foi em 1875. A princípio, o Nelore era cruzado com o Guzerá, tanto quanto com outras raças que chegavam da Índia, pois na concepção antiga "tudo era Zebu". Devido ao fato de os criadores gostarem de orelhas grandes, característica que diferenciava o gado europeu do indiano, ganhavam destaque os produtos que mais se assemelhavam ao Guzerá (Guzonel). Com isto, o Nelores, de curtas orelhas caía em depreciação e menos prestígio. Apenas na década de 1950, o Nelore passou a frequentar as Provas de Ganho de Peso nos concursos, mostrando ser um animal realmente precoce e de alta velocidade de ganho de peso. Por se tratar de um gado rústico, exigir pouca mão de obra, ser resistente, precoce e também pelo fato de as vacas não precisarem ser recolhidas aos currais no momento da parição, o Nelore começou a ?ganhar o mundo?, desbravando fronteiras agropecuárias antes inimagináveis. Com isto, a vaca Nelore garantiu o predomínio da raça no país inteiro. Pela primeira vez, o pecuarista podia ter um gado que exigia pouco trabalho, permitindo que a atenção ficasse voltada para o melhoramento zootécnico. Desde 1955, o Nelore nunca mais parou de aumentar seu efetivo e hoje predomina na maior parte do território pecuário nacional.

Peixes de água doce do Brasil - principais espécies, distribuição geográfica, habitat, alimentação, reprodução e características gerais

Os peixes de água doce do Brasil são inúmeros, existem cerca de 25.000 espécies, com grande variedade de formas e habitats. Todas apresentam características bastante distintas umas das outras. Principalmente, quanto ao comportamento, que pode ser o mais variado. Alguns peixes de água doce têm hábitos noturnos e, durante o dia, praticamente não se movimentam. Já outros precisam de menos oxigênio do que a maioria. Enfim, o universo dos peixes de água doce é bastante amplo. Por isso, é muito importante conhecê-lo a fundo para obter informações específicas so

Peixes de água doce do Brasil - Pirarucu (Arapaima gigas)

O peixe Pirarucu é o maior peixe de escamas de água doce do Brasil e um dos maiores do mundo. Possui corpo em forma cilíndrica, cabeça achatada e mandíbulas salientes. Seus olhos são amarelados e de pupila azulada, um tanto salientes. Sua coloração é marrom-esverdeada, escura no dorso a avermelhada nos flancos, sendo a intensidade variável de acordo com o tamanho do individuo e com o tipo de água em que vive. É uma espécie que tem respiração acessória, utilizando-se do oxigênio dissolvido na água, mas principalmente do ar e, por isso, tem que subir frequentemente à superfície d´água. Pode viver mais de 18 anos. Devido à sua excelente carne, é considerado o Bacalhau Brasileiro. Pode atingir comprimento máximo de 2,10 m e 112 Kg de peso.

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