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Meu cão faz quimioterpia. Estou em risco? O que fazer?

Em seções de quimioterapia não se utiliza nenhum tipo de radiação para tratar o paciente. Apenas a administração de fármacos. Portanto, tomando-se os cuidados necessários nenhum mal fará aos donos do animal

Meu cão fez quimioterpia. Isso faz mal pra mim? O que fazer?   Artigos CPT

Seu cão fez quimioterapia e você anda se perguntando se isso oferece algum risco para a saúde dos moradores da casa? Saiba que você não é o único. “Os proprietários, com frequência, questionam os médicos se o cão ou o gato tornaram-se radioativos após a quimioterapia", explica Gustavo Carvalho Cobucci, professor do Curso CPT Clínica Médica de Cães e Gatos.

A resposta óbvia é não, pois em seções de quimioterapia não se utiliza nenhum tipo de radiação para tratar o paciente. Apenas a administração de fármacos. Porém, é importante ressaltar que os medicamentos quimioterápicos são eliminados de forma ativa nas fezes e na urina durante os dias subsequentes ao tratamento. Na saliva, a eliminação saliva é irrisória e de pouca preocupação.

Dessa forma, os proprietários precisam ser orientados sobre a utilização de luvas para limpeza de fezes e urina do animal durante o período de eliminação da droga pelo organismo. Esse período é variável para cada tipo de agente, conforme descrito no quadro abaixo:


Fármacos e período de risco   Artigos CPT

Foto: Fármacos e período de risco.

O descarte de materiais, medicamentos e resíduos provenientes de tratamentos de quimioterapia na clínica deve ser feito em local acondicionado e próprio para receber esse tipo de descarte. Caso o veterinário opte por manter o paciente internado, é interessante colocar sinais e avisos no canil e no local onde foi feito o acesso venoso no paciente.


Sinais de aviso no canil e no acesso venoso de paciente quimioterápico   Artigos CPT

Foto: Sinais de aviso no canil e no acesso venoso de paciente quimioterápico. Fonte: Queen ́s Veterinary School Hospital (University Of Cambridge, UK)

Outra consideração importante pode ser feita em relação aos funcionários da clínica. É necessário que o médico veterinário oriente adequadamente os responsáveis pelo trato diário dos animais internados para tratamento por meio da quimioterapia. Caso contrário, as pessoas podem desenvolver um medo irracional de agentes quimioterápicos e deixarão de dar a devida atenção e cuidados necessários aos pacientes.

Não se deve ter contato direto com:


• Sangue;
• Fezes;
• Urina.

Dar atenção, o devido manejo e cuidado, além de carinho, irá auxiliar e promover o bem-estar de pacientes que estão passando pelo tratamento de quimioterapia em veterinária. Pacientes oncológicos necessitam, além de tratamento adequado, cuidados e devida atenção de funcionários e proprietários. Carinho nunca é demais!

Gostou do assunto? Quer aprender um pouco mais? Leia a matéria abaixo:


- Citologia da pele em cães e gatos. O que saber sobre o assunto?

Um pouco mais sobre o que encontrar no Curso CPT Clínica Médica de Cães e Gatos? Assista ao vídeo!


 

Conheça os Cursos CPT da área Medicina Veterinária.
Por Silvana Teixeira.

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