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Pêssego tem cultivares classificadas em cinco parâmetros

Os ganhos com a escolha por uma cultivar de boa adaptação, com alto nível de produção e qualidade, certamente, serão bem mais elevados

Publicada em: 06/09/2010
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A indústria garante maior volume de vendas, mas, por outro lado, o consumo in natura proporciona melhores preços.

A escolha da cultivar é um ponto importante na hora de se implantar um pomar de pêssegos. Qualquer que seja a escolhida, o custo de implantação será o mesmo. A diferença entre elas, entretanto, é o retorno econômico. Os ganhos com a escolha por uma cultivar de boa adaptação, com alto nível de produção e qualidade, e dotada de boa resistência a doenças, certamente serão bem mais elevados, quando comparados com o de outra sem essas  características.

As cultivares de pêssego são classificadas em função de cinco parâmetros: a cor da polpa, as exigências por frio, necessárias para completar a dormência, a época da maturação, o tamanho médio e a qualidade da polpa.

A classificação quanto a cor da polpa mostra que a branca é mais indicada para o consumo in natura. Já a amarela, é usada tanto in natura como para a indústria. Apresenta maior concentração de carotenoides, não é oxidante e estimula as funções imunológicas do organismo.

Uma boa estratégia de produção é cultivar variedades de pelo menos três classificações diferentes, com relação à maturação dos frutos. Por exemplo, uma precoce, uma mediana e outra tardia. “Essa tática fortalece a lucratividade da atividade, uma vez que não concentra a produção em apenas um mês. Isso permite obter melhores preços, em pelo menos uma parte da colheita. É também uma atitude cautelosa, caso ocorram condições climáticas indesejáveis, como geadas ou granizos, reduzindo os riscos de perda total”, explica o professor Francisco Ramos da Fonseca, no curso Produção de Pêssego, elaborado pelo CPT – Centro de Produção Técnicas.

Uma vez que a produção de pêssego é direcionada apenas para os segmentos do consumo in natura e da indústria, os aspectos quanto ao tamanho do fruto e a qualidade da polpa deverão ser considerados pelo produtor. É importante saber que a indústria garante maior volume de vendas, mas, por outro lado, o consumo in natura proporciona melhores preços.

Por: Ariádine Morgan

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Este conteúdo pode ser publicado livremente, no todo ou em parte, em qualquer mídia, eletrônica ou impressa, desde que o CPT – Centro de Produções Técnicas seja citado como fonte, remetendo para o site da instituição: www.cpt.com.br

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