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    Mudas arbóreas de valor comercial: mercado e escolha das espécies

    O aumento da demanda no mercado de mudas arbóreas é resultado da presença, cada vez maior, do consumidor na compra, sempre procurando as mais variadas espécies, que atendam seu projeto de jardim

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    O mercado

    A arborização urbana sempre foi o maior consumidor de mudas arbóreas no país. Normalmente, as mudas eram produzidas em viveiros pertencentes a órgãos públicos, como instituições de ensino e pesquisa, prefeituras ou hortos florestais. A distribuição, em função disso, na maior parte das vezes, era gratuita. Estes órgãos, em geral, tinham como objetivo o incentivo à arborização.

    "Recentemente, este comportamento começou a passar por um processo de mudança, que continua até os dias de hoje. Além disso, as necessidades do paisagismo e a crescente demanda por arborização em ruas, parques e residências tornou necessária uma maior diversificação das espécies”, afirma o professor Wantuelfer Gonçalves, do Curso Como Produzir Mudas Arbóreas de Valor Comercial, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

    Houve um aumento significativo do número de espécies de árvores utilizadas no plantio, com diferentes portes, formatos de copas, folhagens, tipo e época de floração e frutificação, e uma tendência cada vez maior de se introduzir, no ambiente urbano, espécies nativas das matas brasileiras, principalmente as originárias da própria região onde será feito o plantio.

    Da mesma forma, foi fator decisivo para esta mudança no mercado de mudas arbóreas, a presença, cada vez maior, do consumidor, na compra, sempre procurando características específicas, que atendam seu projeto de jardim, buscando texturas, cores, formas, linhas e portes diferenciados para cada situação.

    Outro mercado emergente é o de reflorestamentos com espécies nativas, geralmente em projetos de recuperação de áreas degradas, na implantação de parques públicos e privados, e na arborização e reflorestamento de propriedades rurais.

    A escolha das espécies

    A escolha da espécie adequada para um determinado local é fundamental no planejamento da arborização urbana. Uma escolha bem feita significa o sucesso do plano e a diminuição de gastos com tratos culturais e manutenção de árvores de espécies inadequadas. Por isso quem produz mudas para arborização urbana deve conhecer bem as características das espécies com que trabalha, verificando se estão próximas do padrão ideal para plantio no ambiente das cidades. Certamente, as espécies com características mais favoráveis serão também as mais vendidas.

    Quanto ao crescimento, este deve ser lento, uma vez que, normalmente, estas espécies apresentam folhas persistentes, boa formação de copa, o que dispensa as podas, e raízes profundas. Espécies de crescimento rápido, normalmente, apresentam constituição frágil, com má formação anatômica, quebrando facilmente sob a ação do vento.

    O tipo de copa deve estar relacionado diretamente com o clima do local de plantio. De modo geral, em locais de clima tropical, recomendam-se copas que deem boa sombra, mas que não dificultem o arejamento do local, com preferência para espécies com folhagem perene (perenifólias). Para locais de clima frio, as espécies de copas ralas, que perdem ou não suas folhas, são as mais indicadas. Já em locais de inverno rigoroso, as melhores espécies são as que perdem suas folhas (caducifólias), pois possibilitam a insolação direta na superfície do solo, atenuando a temperatura.

    Com relação ao porte, quando adultas, em canteiros centrais de avenidas e em calçadas e ruas largas, pode-se optar pelo uso de árvores de porte grande ou médio. No entanto, em calçadas estreitas, deve-se optar por espécies de pequeno ou médio porte. Sob fiação, a escolha deve recair sobre espécies de pequeno porte de modo a não provocar problemas na rede elétrica.

    O colorido da floração, ainda que efêmero, é um aspecto muito agradável, que deve ser levado em conta, quando da escolha de uma espécie para a arborização urbana. Existem cidades que são conhecidas pelo colorido da arborização. Por isso, o viveirista deve identificar na sua região espécies com belas floradas, que estejam bem adaptadas.

    Quanto ao tronco, as árvores indicadas para arborização de vias públicas devem apresentar ramos e troncos resistentes, principalmente à ação dos ventos. Contudo, não devem ser muito volumosos nem providos de acúleos ou espinhos.

    Para o plantio em calçadas, devem ser usadas árvores que não possuam raízes agressivas, que sejam, de preferência, profundas e pivotantes. Plantas com raízes superficiais, à medida em que vão crescendo, danificam calçadas e construções. O viveirista deve procurar ter no viveiro espécies que não ofereçam este tipo de problema como alternativa para quem plantará árvores em ruas ou locais pequenos.

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    Por Andréa Oliveira.


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