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Queremos mais educação, mas negamos nossa própria ignorância

Para adquirir o conhecimento, é preciso alimentar a mente, já para alcançar a sabedoria, é preciso externar o conhecimento por meio dos nossos atos

Conhecimento preenche o cérebro e sabedoria alivia o coração

 

É ponto de convergência: todos concordamos que o Brasil precisa de mais educação. Mas até onde esse desejo benevolente não esconde uma presunção?

Em qualquer lugar, as pessoas hão de concordar: o brasileiro não lê, não se informa e, pior, não vê futuro em nada. Daí, o fato: precisamos de mais educação.

Porém, quantos assumem para si o ônus da ignorância? É fácil dizer que quem precisa se informar é o outro. E nós? Concordamos que estamos parcialmente – para não dizer pessimamente – informados?

Muitos alertam para o perigo da pretensa-instrução. Stephen Hawking disse que “o maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, mas sim a ilusão de conhecimento“. A escritora nigeriana Chimamanda Adichie cita o perigo da “história única“. E o velho ditado insiste para termos cuidado com “o homem de um livro só“.

Educação é um processo sem fim. Não existe o “ele precisa mais que eu”. Mas não confundamos educação com instrução. Em muitos casos, o excesso de instrução aflora a falta de educação, pois o saber intelectual é tão sedutor quanto o dinheiro. Seus riscos: trazem as tentações da vaidade e do egoísmo.

Conhecimento preenche o cérebro. Sabedoria alivia o coração. Para adquirir o primeiro, é preciso alimentar a mente. Para adquirir a segunda, é preciso externar o conhecimento – acrescido do amor – por meio dos nossos atos.

Sergio Aires: publicitário com carreira consolidada, organiza apresentações e ministra aulas da primeira arte a crianças de comunidades carentes da Paraíba.

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