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Políticos brasileiros: acreditar no impossível

 

Prof. Nelson Fernandes Maciel, Diretor-Presidente do Grupo CPT.

 Professor Nelson
Fernandes Maciel
Diretor-Presidente do CPT

Há tempos atrás, quando assistíamos aos escândalos do governo Collor, com o PC Farias arquitetando inteligentes falcatruas, falava-se que aqueles absurdos possuíam um lado bom, que seria a depuração das instituições e dos políticos. Fala mentirosa!

Muito mais amplo, mais audacioso arquitetado por um "expert em falcatruas" (bandido de gravata), Marcos Valério, e pela sua equipe. "Agora é hora de aproveitar esta crise para redesenhar o país", dizem muitos. Mentira, quase nada vai ser feito!

Apesar de todas as provas, o Presidente Lula e seu grupo vão fazer peripécias para convencer a população de que tudo não passou de acusações falsas, sem comprovação, e que o mensalão nunca existiu. Nenhum dinheiro vai retornar aos cofres públicos, não vai haver punições e muito menos prisões. Alguns gatos pingados vão pedir afastamento, outros vão ser cassados e, logo em seguida, por baixo dos panos, vão ser aposentados ou receber um prêmio. Isto porque a maioria dos políticos, de alguma forma, está envolvida em corrupção, e o punido poderá abrir o bico.

O vencedor das próximas eleições, de 2006, independente de quem quer que seja, com grande possibilidade, estará nos proporcionando um novo espetáculo, ainda maior. Não se falará em mensalões e malas, mas em ganhos sucessivos na "megasena" e baús.

Em 1843, o senador imperial José Thomaz Nabuco de Araújo já dizia. "O mal de nossa sociedade é ter um longo hábito de impunidade, com um Estado Corrupto, com múltiplas leis e parca justiça."

A esperança de que aconteçam reformas sérias e necessárias para dificultar ou impedir a repetição destas vergonhas é mínima. Vamos assistir a pequenas alterações, que não prejudiquem muito a classe política e seus grupos, e a bandalheira vai continuar.

Mesmo assim, como brasileiro persistente, que acredita no impossível, ouso dar as minhas sugestões para uma reforma política:

- Não concordo com o financiamento público das campanhas, pois o "Caixa 2" vai continuar solto. Na verdade, é preciso reduzir as despesas das campanhas e, assim, diminuir os compromissos com empreiteiras, bancos, sindicalistas e outros.

- Reduzir o número de deputados de 513 para, no máximo, 250. Assim, vamos reduzir pela metade os gastos e outras possibilidades.....

- No senado, não são necessários mais que 40 senadores. Isto reduziria drasticamente o custo eleitoral por partido.

- Implantar o voto distrital, o que reduziria em mais de 80% a área eleitoral e, na mesma proporção, reduziria os gastos de campanha. Conseqüentemente, não haveria necessidade de roubo para cobrir tais gastos.

"- Proibir, terminantemente, que qualquer político, inclusive o mal sucedido em sua campanha, seja Presidente, Diretor, ou faça parte de qualquer empresa pública. Pois os resultados disso já conhecemos bem: são vacas de presépio, que se norteiam pelo lema: "doncovim, oncotô, poncovô". E aí começa a corrupção."

- Além de muitas outras leis necessárias para estabelecer "ordem e progresso".

No entanto, estas alterações nunca serão implementadas pelos próprios políticos; é necessária a atuação de instituições sérias e comprometidas, como OAB, CNBB, ONG(s) e as próprias Forças Armadas.

O pessoal de Brasília não percebe, mas a população está exausta, tensa; não se devendo descartar uma grande movimentação popular.

E para terminar este desabafo...; por favor, votem contra o desarmamento, no plebiscito que está vindo aí, pois só as pessoas de bem, que possuem suas armas em casa (registradas), para proteção de suas famílias e de seus patrimônios, serão desarmadas e, também, porque os nossos governantes, com sua atuação, só incentivam os marginais.

Esta é minha opinião.

Políticos brasileiros: acreditar no impossível.

 

 

 

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